Sim, alugar imóvel é um bom negócio

 

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A obsessão pela casa própria deixa evidente a falta de educação financeira dos brasileiros. Quem diz isso não sou eu, e sim os números. Não é preciso fazer muitas contas. Coloque-se no lugar do proprietário de imóvel. Raramente os rendimentos do aluguel superam 0,5% ao mês. Na dura realidade de juros elevados, qualquer um que compra um imóvel pode também investir seu patrimônio na renda fixa, com ganhos superiores a 0,7% mensais. Se não é bom negócio para locadores, por que seria para inquilinos?

O caminho para sair do aluguel, para a maioria das pessoas, é por meio  do financiamento. Na prática, financiar é tomar dinheiro emprestado e pagar um aluguel por ele. Pouca gente percebe o mau negócio que faz ao deixar de alugar por 0,5% ou 0,6% ao mês e passar a alugar dinheiro do banco ou da construtora por algo entre 0,8% e 1% ao mês. Aqui, alugar dinheiro é mais caro que alugar imóvel. É insensatez, mas é fato.

Há contra-argumentos que tentam derrubar essa reflexão. Um deles é que aluguel de imóvel é pela vida toda, enquanto o “aluguel de dinheiro” – ou financiamento – é por apenas alguns anos. Façamos novas contas. Um imóvel de R$ 500 mil pode ser alugado por R$ 2,5 mil mensais. Um financiamento desse mesmo imóvel pediria pelo menos uma entrada de R$ 150 mil, e o restante seria parcelado em, digamos, 20 anos com prestações de cerca de R$ 3.550 mensais. Considerei juros de 0,9% ao mês.

Os R$ 1.050 mensais da diferença, se bem investidos por 20 anos, podem resultar em R$ 300 mil. Somados aos R$ 150 mil da entrada e aos rendimentos que esse valor também geraria em 20 anos, dá um total de cerca de R$ 670 mil. Considerei rendimentos de 0,3% ao mês acima da inflação, para chegar a resultados em valores de hoje.

Você não conseguirá comprar, daqui a 20 anos, o mesmo imóvel que hoje vale R$ 500 mil apenas corrigindo sua poupança pela inflação. Mas estará mais flexível para morar onde quiser, em imóveis adequados a seu instante de vida e de carreira, sem abrir mão da oportunidade de poupar e sem engessar demais seu orçamento. Provavelmente, com isso, terá mais chance de crescimento na carreira e na renda, consequentemente na poupança e na capacidade de comprar um imóvel melhor no futuro. Você se sentirá menos pressionado, por ter um orçamento flexível, que pode ser mudado se a renda cair. Podemos desistir de um imóvel alugado, mas é mau negócio desistir de um financiamento.

A reflexão se inverte quando as prestações do imóvel ficam inferiores à mensalidade do aluguel. Isso ocorre com os imóveis mais baratos, que têm subsídio do governo. Se não for seu caso, pense bem antes de apertar seu orçamento. Quanto mais altos os juros, maior a vantagem da combinação de aluguel com poupança.

COMO DECLARAR IMÓVEL NO IR2015

Como declarar imóvel no imposto de renda adquirido em 2014?

No quadro “Bens e Direitos” não deverá ser declarado valor no espaço indicado para a “Situação em 31/12/2013”. Inclua o valor efetivamente pago em 2014 no campo “Situação em 31/12/2014”. Além do valor da compra desembolsado em 2014, pode também ser considerado como valor do imóvel os possíveis gastos com corretagens, as despesas com a escritura e tributos relativos à transferência do bem para o nome do declarante. O campo “Discriminação” deve conter uma breve descrição do imóvel, do número de registro apontado pelo cartório, assim como o nome e o número do CPF da pessoa que vendeu o bem.

Qual valor deve ser declarado para o imóvel?

Deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2014” somente o valor efetivamente desembolsado em 2014 para pagamento do imóvel, assim como é permitido acrescentar a este valor os possíveis gastos com corretagens, as despesas com a escritura e tributos relativos à transferência do bem. Isto favorecerá o momento da venda deste imóvel, pois sobre o lucro apurado entre o valor da venda e o valor que o bem está registrado na sua Declaração incide 15% de imposto de renda sobre o chamado “ganho de capital”.

Neste sentido, também será interessante registrar na “Declaração de Bens” todos os gastos feitos em 2014 com reformas que signifiquem aumento do valor do imóvel. O registro deste valor deverá ser feito no campo “Situação em 31/12/2014”, num código separado (código 17) da “Declaração de Bens”. Tudo isso deve ser suportado por documentação para fins de comprovante. Este procedimento deverá ser lembrado por ocasião de outras reformas futuras, visando a redução da tributação sobre o ganho de capital no momento da venda.

O contribuinte precisa declarar o valor que foi pago pelo bem ou seu valor atual de mercado?

O contribuinte deverá declarar apenas o valor efetivamente pago pelo imóvel e mantê-lo sem qualquer tipo de correção, nesta e nas próximas declarações, até o ano em que o imóvel for vendido. Por ocasião da venda, o contribuinte deverá apurar o “ganho de capital” obtido na comparação do valor da venda com o valor histórico dos pagamentos que consta na Declaração, e recolher o imposto de 15% sobre este resultado, no mês seguinte ao da venda.

Para tanto, o contribuinte deverá utilizar o programa disponível na Receita Federal que apura este ganho, e que inclusive considera para este fim uma depreciação sobre o valor do imóvel, correspondente aos anos de uso. Este programa transportará automaticamente estas informações para a “Declaração de Bens e Direitos” do ano base em que ocorrer a venda. No momento da venda do imóvel, deve-se atentar para algumas condições que poderão isentar o pagamento deste tributo sobre o “ganho de Capital” da operação.

Como proceder se houve a utilização do FGTS para quitar ou comprar um imóvel?

O valor do FGTS utilizado em 2014 para quitação total ou parcial da compra de um imóvel deverá ser incorporado ao valor deste ativo, no campo “situação em 31/12/2014”. O declarante deverá informar no campo “Discriminação” da Declaração que os pagamentos, ou parte deles, foram efetuados com recursos oriundos do FGTS. Também este valor do FGTS utilizado em 2014 deverá ser computado na parte da Declaração que corresponde aos “Rendimentos Isentos e não Tributáveis”, na linha referente aos saques de FGTS.

Como declarar um imóvel adquirido pelo Minha Casa, Minha Vida?

Se o imóvel foi adquirido em 2014 nada deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2013”. A soma dos valores efetivamente pagos em 2014 (valor da entrada e o valor das amortizações de parcelas acrescidas de juros e correções) deve ser declarada no campo “situação em 31/12/2014”. Nos anos seguintes, este procedimento deverá ser repetido, até o ano que o financiamento for liquidado, quando então o valor deste imóvel corresponderá ao total historicamente desembolsado, considerando inclusive parcelas oriundas do FGTS, se houverem. Nada deverá ser informado na Declaração deste ano, nem dos anos seguintes, a título de saldo devedor do financiamento, na parte “Dívidas e Ônus Reais”. É aconselhável esclarecer no campo da “Discriminação” a forma de aquisição do bem, se foi através do Sistema Financeiro de Habitação, programa Minha Casa Minha Vida, se houve utilização de recursos oriundos do FGTS, etc.

Comprei um imóvel, mas não terminei de pagar. O que declaro?

Se esta compra foi realizada em anos anteriores, deverá ser declarado o valor pago acumulado até 2013, no campo “Situação em 31/12/2013”. No campo “Situação em 31/12/2014” deverá ser incorporada ao valor acumulado até o ano anterior, a soma dos pagamentos efetivamente realizados em 2014, inclusive com os juros e correções presentes em cada prestação liquidada. Também deverá ser considerado neste último campo o valor oriundo do FGTS que porventura tenha sido utilizado em 2014 para este fim. Caso o imóvel tenha sido adquirido em 2014, nada deve ser declarado no campo “Situação em 31/12/2013”. Deverá ser declarado no campo “Situação em 31/12/2014” o valor de acordo com os procedimentos indicados no parágrafo anterior. Neste caso, o campo “Discriminação” deste novo imóvel deverá também esclarecer a forma de pagamento negociada (à vista ou com financiamento direto com o vendedor, ou através do SFH, inclusive mencionando o aproveitamento do FGTS, se for o caso).

Como declarar bens recebidos por herança?

O imóvel recebido por herança em 2014 deverá ser declarado na parte de “Bens e Direitos”, informando no campo “Situação em 31/12/2014” o valor que consta no formal de partilha e escritura de transferência. No campo “Discriminação” além dos dados do imóvel, também deverá figurar o número do documento da partilha registrada, o número do registro do imóvel, assim como o nome e número do CPF do espólio declarado (conjunto de bens, direitos e obrigações da pessoa falecida). Também deverá ser declarado este mesmo valor na parte da Declaração referente aos “Rendimentos Isentos e não Tributáveis”, no item “Transferências patrimoniais – doações e heranças”.

Como fazer a declaração de imóveis comprados por meio de consórcio?

Se ocorreram pagamentos ao consórcio, considerando que o declarante não foi contemplado no ano de 2014, ele deverá informar a soma destes pagamentos na “Situação Líquida em 31/12/2014” no código 95 (consórcios). Neste caso, mencionar no campo “Discriminação” o nome e o número de inscrição, assim como o número do CNPJ da administradora do consórcio e o tipo de bem objeto do contrato.

Caso o bem tenha sido recebido em 2014, proveniente da contemplação de consórcio, não informar valores no campo “Situação em 31/12/2014” no código 95, e esclarecer no campo da “Discriminação” que ocorreu a contemplação. O passo seguinte será acrescentar um novo item na “Declaração de Bens e Direitos” com o código correspondente ao bem fruto da contemplação (11 para apartamento ou 12 para casa), declarando no campo “Situação em 31/12/2014” a soma do valor que constava no código 95 na “Situação em 31/12/2013” com os demais valores efetivamente pagos em 2014. No campo da “Discriminação”, além dos dados do imóvel, informar que ele foi quitado, total ou parcialmente, com a contemplação de consórcio (número de inscrição, nome e CNPJ da administradora). Também deverá ser esclarecido neste campo se existe saldo a pagar nos anos seguintes, mencionando o número de parcelas a vencer. Nos anos seguintes ao desta Declaração acrescentar sempre a soma dos valores efetivamente pagos em cada ano correspondente.

Como declarar imóvel adquirido por meio do contrato particular ou de gaveta?

O contrato particular firmado entre construtora/agente financeiro ou pessoa física e o comprador do imóvel é instrumento válido para configurar a aquisição do bem. Assim, o declarante deverá informar os dados da aquisição no campo “Discriminação”, inclusive esclarecendo a forma de pagamento negociada, dados do vendedor, etc, e o total dos valores pagos durante 2014, no campo da “Situação em 31/12/2014¨. Nada deverá ser declarado na parte “Dívidas e Ônus Reais”. A cada ano posterior ao da Declaração o declarante vai acrescentando o valor efetivamente pago naquele ano ao valor declarado no ano imediatamente anterior.

 

Como declarar aluguel recebido no Imposto de Renda

 

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Rendimentos com aluguéis obtidos por proprietários de imóveis durante 2014 são tributáveis e devem ser declarados no Imposto de Renda 2015 (veja o que você deve declarar).

Se o proprietário recebeu os aluguéis de pessoa física, além de informá-los na declaração de ajuste, nos meses de março e abril, ele deve recolher o imposto mensal obrigatório (Carnê-Leão).

Em 2014, no entanto, o contribuinte que recebeu aluguéis de pessoas físicas por valores inferiores a 1.7877,77 reais estava isento do recolhimento do tributo mensal (veja quem está obrigado a declarar o Imposto de Renda este ano).

A tributação é proporcional ao valor recebido e segue a tabela progressiva do Imposto de Renda. Veja a seguir a tabela válida para 2014:

Base de cálculo mensal Alíquota Parcela a deduzir do imposto
Até R$ 1.787,77 – –
De R$ 1.787,78 até R$ 2.679,29 7,5% R$ 134,08
De R$ 2.679,30 até R$ 3.572,43 15% R$ 335,03
De R$ 3.572,44 até R$ 4.463,81 22,5% R$ 602,96
Acima de R$ 4.463,81 27,5% R$ 826,15
Fonte: Receita Federal

Para fazer esse recolhimento mensal do imposto, o contribuinte deve utilizar o programa Carnê-leão da Receita Federal.

Assim, ao preencher a declaração de ajuste anual, basta importar os dados para o programa gerador da declaração, na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física”, selecionando o ícone “Importar Dados do Carnê-Leão” .

Caso os aluguéis recebidos de pessoas físicas durante o ano de 2014 tenham sido isentos do recolhimento do Carnê-leão, eles deverão ser informados diretamente na declaração anual, mês a mês, também na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Física”.

Já se os rendimentos foram pagos por pessoa jurídica, os valores devem ser incluídos na ficha “Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica”. No campo “Discriminação”, o contribuinte deve informar os valores, nome e CNPJ da empresa.

Quando o contribuinte for responsável pelo pagamento do Imposto Predial Territorial Urbano (IPTU) ou da taxa de condomínio do imóvel alugado, é possível deduzir essas despesas (veja quais são os limites de deduções do Imposto de Renda 2015).

Nesse caso, para fazer as deduções, basta descontar os valores gastos com o condomínio e o IPTU do valor do aluguel, declarando no Carnê-Leão apenas o rendimento que restar após a subtração desses gastos.

Locatário pessoa física
Quem recebeu em 2014 rendimentos com aluguéis de pessoas físicas e é obrigado a recolher o imposto mensal obrigatório deve incluir no programa “Carne-Leão” os aluguéis recebidos a cada mês. Se o pagamento do aluguel for recebido de diversas pessoas físicas, apenas deve ser informado o valor total.

Dessa forma, é possível calcular o imposto devido sobre o valor total dos rendimentos obtidos em cada mês, com base na tabela progressiva do Imposto de Renda.

O tributo deve ser recolhido até o último dia útil do mês seguinte ao do recebimento do rendimento. Para realizar o pagamento, é necessário emitir no programa do Carnê-Leão o Documento de Arrecadação de Receitas Federais (Darf), com o código 0190.

Caso o contrato de locação seja intermediado por uma imobiliária, é necessário descontar a taxa de corretagem sobre o valor do aluguel antes de informá-lo no programa da Receita Federal.

O valor total pago por corretagem a imobiliárias no ano somente será incluído na Declaração de Ajuste Anual, no campo “Pagamentos Efetuados”, no qual deverá será informado o valor pago e o nome e CNPJ da empresa intermediadora do contrato.

Quem precisava recolher o imposto pelo Carnê-Leão ao longo do ano, mas não o fez, deve recalcular mês a mês o valor do imposto devido por meio do sistema Sicalc da Receita Federal.

O programa calcula o Darf em atraso com a incidência de multa de 0,33% ao dia, limitada a até 20% do imposto devido, e corrigido pela variação da taxa Selic.

Locatário pessoa jurídica

O contribuinte que aluga um imóvel para pessoa jurídica não é responsável pelo recolhimento de impostos sobre esses rendimentos. Essa função é do locatário.

Para que possa incluir os rendimentos obtidos com o aluguel durante o ano na declaração de ajuste anual, o proprietário do imóvel deve receber, até o final de fevereiro, o informe de rendimentos enviado pelo locatário, que inclui o valor de todos os aluguéis pagos e do imposto retido pela empresa.

Ao preencher a declaração, o contribuinte também deve descontar a taxa de corretagem paga à imobiliária no ano. Esse valor deve ser inserido no campo “Pagamentos Efetuados”, com nome e CNPJ da intermediadora.

Locação do imóvel que pertence ao casal
Se a unidade alugada for um bem comum do casal, os rendimentos recebidos pelos aluguéis podem ser informados apenas na declaração de um dos cônjuges ou divididos entre as duas declarações.

Caso um dos cônjuges tenha uma renda menor, pode ser mais vantajoso declarar o total dos valores recebidos pelo casal na sua declaração com o objetivo de evitar que o parceiro tenha de pagar uma alíquota maior do imposto caso adicione os valores.

Se optarem por dividir os rendimentos recebidos pelo imóvel alugado, cada um deve declarar metade do valor recebido. Se alugarem mais de um imóvel, é necessário somar o total de rendimentos obtidos com a locação dos imóveis e dividir o valor igualmente em cada declaração.

São considerados bens comuns os imóveis comprados em conjunto ou por apenas um dos cônjuges durante o casamento ou união estável.

Locação do imóvel que também pertence a parentes ou amigos
Se o imóvel alugado tiver sido comprado por mais de uma pessoa, mas os proprietários não forem casados, os valores recebidos pelos aluguéis devem ser divididos conforme o porcentual registrado em nome de cada um na escritura da unidade.

A compra do imóvel em condomínio pode ser realizada por parentes, amigos e casais cujo relacionamento não seja enquadrado como união estável.

Rendimentos repassados a terceiros

O proprietário do imóvel pode optar por conceder ou transferir rendimentos obtidos com aluguéis para terceiros, sejam eles parentes ou conhecidos.

Se o contribuinte optar por conceder o usufruto dos rendimentos com aluguéis, registrado na escritura pública averbada no registro do imóvel, ele deverá apenas informar que foi feita a constituição do usufruto em favor do beneficiado no campo “Discriminação” do imóvel, que deve ser declarado na ficha de “Bens e Direitos” do programa gerador.

Dessa forma, a pessoa que recebe os rendimentos fica responsável pelo recolhimento dos impostos referentes a esses rendimentos e por declará-los à Receita Federal.

Se optar por repassar o valor dos rendimentos a terceiros, mas não houver escritura averbada que conceda o usufruto, o proprietário do imóvel continuará a ser responsável pelo recolhimento de impostos e pela informação dos valores recebidos à Receita Federal.

Nesse caso, ele deverá declarar a quantia em “Doações Efetuadas”, enquanto a pessoa que recebe os rendimentos deve informá-los como doação recebida na ficha de “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”, .

Doações recebidas são isentas do Imposto de Renda, mas é necessário pagar um tributo estadual sobre os valores, chamado de Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD ou ITD), cuja sigla e alíquota variam conforme cada estado.

Invista em imóveis para alugar

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Investir dinheiro na compra de imóveis que serão destinados a locação é uma forma de ganhar dinheiro duas vezes, a primeira é com a valorização do próprio imóvel e a segunda é com os valores dos alugueis. Quem tem dinheiro para investir geralmente busca opções que dê bons retornos financeiros e que ofereça uma margem de risco baixa, creio que neste sentido o investimento em imóveis para alugar cumpre bem esses dois propósitos.

Contudo é bom ficar atento a alguns detalhes pensando nas pessoas que poderiam alugar o seu imóvel e portanto é preciso considerar aquilo que seria bom para elas, como mostrado nos itens abaixo.

Localização

A localização é o ponto forte de qualquer imóvel, inclusive quem busca cada ou apartamento para locar também considera muito este ponto. Investir em localização é certeza de bons resultados.

Aproveitamento do terreno

Se você pretende comprar um terreno para construir uma casa para alugar é bom pensar também n projeto da construção e de que forma você poderia aproveitar melhor o terreno. Algumas pessoas dividem o terreno com duas construções (frente e fundo), outras fazem casas geminadas e quando o terreno permite fazem a construção de sobrado. Se o objetivo é aluguel e o terreno tem boa localização, aproveitar ao máximo o terreno é uma boa estratégia para ganhar mais no futuro.

Padrão de moradia

Outra preocupação que o investidor precisa ter é se aquela casa ou apartamento que ele está comprando atende a aquilo que poderíamos chamar do padrão moderno de moradia. Embora este padrão não exista de forma definida, na prática sabemos que uma casa ou apartamento precisa ter garagem e quando mais melhor, que ter três dormitórios é melhor do que dois e ainda um fator importante que é usar materiais e métodos construtivos que facilite a vida das pessoas. Neste último caso considere limpeza, acesso e facilidade para instalação de ar condicionado, TV a cabo, internet e outros itens.

Naturalmente que a lista de cuidados e dicas não se limita a esses, mas acredito que seja um bom começo para quem deseja investir seu dinheiro em imóveis visando ganhar com o aluguel no futuro.

Vantagens e desvantagens de alugar um imóvel

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Embora a compra de casas e apartamentos tenha crescido, principalmente devido ao fácil acesso ao crédito, o aluguel de imóveis é uma das opções mais viáveis e procuradas atualmente.

Curiosamente, esse é um tipo de negócio que tem suas vantagens e desvantagens. Quer saber quais são elas antes de alugar um imóvel para você e sua família? Então, confira a lista a seguir.

Vantagens do aluguel:

1) Alugar imóveis é muito mais barato do que comprar um. Isso se justifica pelos altos preços das mensalidades de financiamento. Em longo prazo, pode compensar mais alugar e economizar mensalmente o que sobrar, para comprar posteriormente um imóvel à vista.

2) A locação dá maior mobilidade, o que é perfeito para quem viaja com frequência, seja a trabalho ou estudos. O aluguel possibilita que o locatário possa se desligar rapidamente do imóvel, sem ter de lidar com longos trâmites financeiros, como acontece no caso da venda da propriedade.

3) Com o aluguel eliminam-se os gastos com manutenção do imóvel. Na locação, eventuais despesas para manter a construção são realizadas pelo proprietário. O locatário só paga danos causados por ele próprio.

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Desvantagens do aluguel:

1) Você tem a sensação de não estar investindo em algo para você. Talvez não seja uma sensação real, já que o investimento recai sobre uma necessidade da sua família, que é a moradia.

2) O locatário pode ser forçado a se mudar. Geralmente essa cláusula é mencionada no contrato: o dono do imóvel pode solicitar a propriedade do mesmo para o inquilino, que tem um prazo para realizar a mudança.

3) Os gastos com o aluguel podem sofrer variações. O valor mensal é corrigido anualmente, seguindo os valores da taxa de inflação mencionada em contrato. O proprietário pode renovar o contrato com o morador, no termino da locação, mas elevar o valor do aluguel.

Como você pode usar os cobogós na decoração

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Ícone da arquitetura brasileira dos anos 1950, os cobogós voltaram com tudo em diferentes formas, materiais e utilidades. Criados como alternativa para as altas temperaturas, esses elementos vazados favorecem a ventilação e iluminação natural, delimitam os espaços e ainda possibilitam a integração de ambientes  sem, no entanto, tirar a privacidade deles. Veja como usá-los na decoração!

O que são cobogós?

O nome refere-se às iniciais de seus criadores: Amadeu Oliveira Coimbra, Ernest August Boeckmann e Antônio de Góis, sócios de uma fábrica de tijolos em Recife, na década de 1930, que tentaram criar uma estrutura vazada para as paredes, capaz de aliviar as altas temperaturas nordestinas.

Um cômodo que precisa comportar várias funções é a realidade das casas atuais. Com a ideia de criar um ambiente plural, o arquiteto Gustavo Calazans aproveitou o corredor lateral desta casa para reunir escritório, sala de refeições e área de TV.’

Como usar cobogós na decoração

Os cobogós possibilitaram uma ventilação cruzada e a entrada de luz natural. Uma ideia que pode ser percebida no bolso.

Como usar cobogós na decoração

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Existem diversos modelos de cobogós. “Os elementos esmaltados e de vidro são preferidos pela facilidade de limpeza”, aponta o arquiteto Gustavo Calazans. No projeto abaixo, eles foram usados para isolar parcialmente a área de trabalho.

Como usar cobogós na decoração

“Um cobogó cerâmico costuma ser mais barato. Basta pintá-lo com tinta esmalte e ele ficará parecido com os cobogós esmaltados, que são mais caros”.

Como usar cobogós na decoração

Estampas floridas, poás, xadrez e um tapete de cor azul vibrante…o segredo para misturar tudo isso sem parecer exagerado é investir numa base neutra e clara, com destaque para o piso vinílico de cor sólida. “É uma excelente solução quando se deseja fazer composições coloridas, com estampas e texturas”, salienta Gustavo Calazans. A composição aliada ao uso de cobogós deu um toque retrô ao ambiente.

Projetos: Gustavo Salazans/SP
Texto Larissa Faria
Fotos Dulla/Evelyn Muller/ Cacá Bratke/Divulgação
Fonte: Revista Casa Linda

5 soluções para a sua casa, dos experts em organização

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Quando você reserva um dia de sua rotina para fazer aquela faxina caprichada, pode se sentir um tanto quanto desanimada ao se deparar com a bagunça que se instalou na sua casa sem que você sequer percebesse. No entanto, algumas dicas práticas ajudam a evitar que a situação fique ainda mais grave. Conheça soluções simples para casados experts em organização:

 

 

  • Evite a mania de acumular coisas que você não usa mais. Objetos, roupas e utensílios em excesso ocupam espaço e acabam transformando usa casa em uma verdadeira bagunça. Aposte no desapego e livre-se do que não tem mais utilidade para você e separe para doação
  • Assim que receber correspondências que não serão úteis, como propagandas e malotes, separe os papéis imediatamente no lixo reciclável. Contas a pagar podem ficar dentro de uma caixa, evitando ficar espalhadas sobre a mesa.
  • Em muitos casos, menos é mais até na decoração de ambientes. Você pode até ter uma estante grande, mas não precisa preencher cada centímetro vazio com um enfeite. Abrir espaço em móveis também ajuda a evitar acúmulo de peças inúteis.
  • Se você tem filhos, aproveite e peça ajuda aos pequenos na hora de arrumar a casa. Além de agilizar a tarefa, isso ajuda com que eles percebam a importância de se manter sempre organizados.
  • Nos armários da cozinha, deixe mais próximos e à mão copos, pratos e talhes que costuma usar no dia a dia e guarde separadamente as louças que usa apenas em ocasiões especiais.

     

    Fonte: Bolsa de Mulher