Separe ambientes sem usar paredes

Ambientes pequenos e integrados são cada vez mais comuns nos projetos arquitetônicos. Salas, cozinha e quarto ocupando o mesmo espaço se tornam muitas vezes um problema na hora de decorar. Como separar a sala de jantar da sala de estar? Ou ainda, como dividir a sala do quarto em apartamentos que possuem todos os ambientes conjugados? A Myx imóveis te responde essa perguntas. 

 sala de estar com cortina de fios de cobre

Para o arquiteto Ricardo Caminada, a saída muitas vezes é setorizar os ambientes de forma que cada um tenha sua função definida na residência. Para que isso se torne efetivo, o arquiteto levanta alguns pontos importantes antes de escolher a melhor solução. “É necessário refletir em maneiras que não interfiram na luz e na circulação da casa”, explica.

A arquiteta e urbanista Carla Kiss também acredita ser primordial verificar a função dos ambientes antes de decidir pela decoração ideal, e cita algumas soluções. “A barreira pode ser física, com móveis como aparadores ou sofás, ou apenas com diferenças de materiais, pisos, tapetes ou as cores das paredes, por exemplo”, comenta.

Para dividir um ambiente sem precisar levantar uma parede, o que daria a impressão de um local menor ainda, é preciso usar a criatividade e o bom senso. “É fundamental escolher o recurso que seja prático e não modifique a dinâmica do local”, enfatiza Ricardo.

A imagem acima mostra um projeto criado por Ricardo Caminada que separa a sala de jantar da sala de visitas com uma cortina de fios de cobre. “Essa forma de divisão fica sutil e possibilita maior interação entre os cômodos”, aponta.

Loft dividido com lareira e TV giratória

A foto acima mostra o projeto de Carla Kiss para um loft de um jovem empresário. “Como tínhamos praticamente todas as áreas do espaço integrados em uma só, precisei estruturar duas áreas com funções diferentes sem diminuir o espaço que já era pequeno“, relata a arquiteta.

A saída encontrada foi fazer uma lareira em mármore Grigio e utilizar a parte de cima para a TV, que gira para os dois ambientes, possibilitando que ela seja assistida tanto da sala como do quarto.

 Sala de estar e jantar separadas com estante

Acima, a concepção de uma estante vazada do projeto de Ricardo Caminada que divide dois ambientes sociais: a sala de estar da sala de jantar. “A ideia era delimitar o espaço, manter a ventilação e a luz natural, preservando uma boa circulação. Além de tudo isso, a estante é útil e prática“, finaliza.

Hall de entrada e área social separadas com vidro

 

Halls de entrada normalmente são espaços pequenos e precisam ser diferenciados do resto da casa. Acima, Carla Kiss propôs um vidro com escultura feita sob medida pelo artista plástico argentino Alfi Viverne para dividir o hall da área social. “Uma parede ia deixar o ambiente muito escuro, então criamos essa divisória que é transparente. Os pisos diferenciados também destacam que são ambientes distintos”, afirma a arquiteta.

 Hall de entrada com pisos diferentes

No projeto ao lado, também de autoria de Carla, a proposta era dividir os ambientes da área social sem o uso de barreiras físicas. “Para isso, trabalhamos comdiferentes materiais que mesclados criaram os diferentes ambientes. O hall do elevador possui piso em travertino romano bruto e paredes mais escuras, contrastando com o restante da sala, que possui piso com brilho e paredes mais claras”, completa.

Fonte: UOL

Anúncios

Acerte na iluminação de casa

A iluminação certa dá vida, realça, dá um toque sofisticado e cria diferentes climas nos ambientes da casa. Definir as necessidades e desejos de iluminação de cada canto é o primeiro passo para decidir como criar um bom projeto luminotécnico, e a Myx Imóveis te ajuda com isso!


É importante conhecer os diferentestipos de lâmpadas, seus efeitos e aplicações, assim como as inúmeras opções de meios: dasluminárias embutidas, pendentes, de chão e de teto, às arandelas, balizadores, fitas, mangueiras, espetos e postes.

Confira outras dicas para acertar no projeto:

1- Cuidado com o exagero. Lâmpadas muito fortes ou em excesso podem tornar o ambiente frio e impessoal. A iluminação certa deve valorizar o ambiente e trazer conforto visual.

2- Combinar mais de um tipo de fonte de luz no ambiente é sempre uma boa pedida.

3- Tente estabelecer uma harmonia entre as questões funcional e estética da luz.

4- Áreas de trabalho intenso como bancadas de estudos ou da cozinha precisam ser bem iluminadas. O ideal é instalar pontos de luz difusos, com luminárias de, no mínimo, 60W.

5- Spots instalados estrategicamente ajudam a valorizar um canto ou detalhes do ambiente como uma obra de arte ou um objeto de decoração.

6- Quebre a dureza de um ambiente com luz centralizada com um abajur ou luminária de chão com lâmpada de diferente intensidade

7- Invista em lâmpadas LED. Apesar do alto custo inicial, ele será recompensado à longo prazo, pois elas duram muito mais, não esquentam ambiente e são mais ecológicas.

8- Economize na conta de luz trocando as lâmpadas das áreas de serviço, cozinha e escritório por fluorescentes ou econômicas.

9- No jardim, aposte em lâmpadas coloridas – amarela, âmbar e verde – para ressaltar a coloração das plantas e detalhes de madeira.

10- Se for colocar luz dentro da piscina, recorra a uma empresa especializada para que a instalação seja segura e não ocorram problemas futuros.

11- Invista em um bom projeto de luminotécnica, mas não se esqueça de valorizar também a entrada de luz natural.

Fonte: IG

Aproveite espaços ociosos e monte uma horta em casa

Um famoso provérbio chinês defende que para se ter uma experiência de vida plena é preciso escrever um livro, ter um filho e plantar uma árvore. Morar em apartamento não é mais desculpa para deixar de ter uma horta. O conceito está longe de cultivar uma árvore, mas com as limitações atuais de espaço, a solução é a ideal. Por isso a Myx Imóveis te traz hoje algumas dicas de como aproveitar espaços em casa e no apartamento para fazer uma horta!

Nos apartamentos, é possível cultivar hortaliças de pequeno porte e ervas nas jardineiras das janelas ou até em vasos na sacada. “Se você tiver um espaço com 25 centímetros de profundidade em uma área com uma incidência de sol direta ou indireta já dá para plantar”, resume a engenheira agrônoma Regina Calçada. “Ter uma horta em casa é o meio mais interessante de ter contato com a natureza. As hortaliças são pequenas, fáceis de cuidar e você consome o plantou”, acredita a paisagista Ivani Kubo.

Se o apartamento tem jardineira que recebe luz solar direta algumas culturas interessantes para o plantio são rabanete, rúcula, almeirão, agrião, alface, pimentas em geral e tomate cereja. Frutas ocupam muito espaço e geralmente dão em árvores. Assim, não é recomendável cultivá-las com pouco espaço. “O tomate cereja é um tipo de cultura ótima para se plantar em lugares pequenos porque é rústico, ao contrário do tomate caqui, que é mais suscetível a doenças. E ele cresce muito rápido”, afirma Regina. “Mas tem que ser replantado todo ano, quando o pé começa a secar”, completa.

No canteiro ou jardineira que tenha incidência menor ou menos duradoura de luz, vão bem as ervas como cebolinha, alecrim, hortelã e manjericão. O hortelã é uma planta perene, dá o ano todo. Já o boldo é resistente, cresce em qualquer lugar, com muita ou pouca luz. Muita gente tem pé de café em casa, mas não é uma boa ideia, a não ser do ponto de vista estético. Um único pé de café nunca produzirá o suficiente para fazer o pó, que exige um processo de maior escala, mesmo que seja artesanal.

Não é vital que o sol incida diretamente na planta, mas a luz solar tem que ser direta, ou seja, se passar através da janela, já não funciona. Além disso, é necessário que as mudas estejam em um local com circulação de ar. “Não é vento, até porque muitas delas são sensíveis e não aguentam. É ar mesmo”, esclarece a agrônoma. Por isso, é impossível manter uma horta dentro de casa ou do apartamento. Não precisa ter jardim, mas é necessário pelo uma jardineira na janela ou vasos na sacada.

Para fazer a horta na sacada dá para usar um vaso com o mesmo formato da jardineira – retangular e com cerca de 25 centímetros de profundidade – ou ainda, em vasos de vários tamanhos, um para cada planta ou conjunto de vegetais. Mais uma vez, é preciso pensar na incidência solar, que determina o crescimento. As plantas de maior porte ou de crescimento mais acelerado vão atrás, em vasos maiores. São elas tomate cereja, boldo, alecrim e pimenta. As de médio porte, como alface, rúcula, rabanete e cebolinha, vão no meio. E, em vasos menores, à frente das outras, vão culturas como salsa, hortelã, erva-cidreira e capim-limão.

Modo de fazer
Para preparar o espaço da horta não basta jogar a terra e as sementes. É preciso fazer uma mistura com 40% de terra vegetal, 30% de terra “normal” e 30% de areia de construção. Isso permite que a terra fique mais solta. Conclusão: as raízes se desenvolvem mais plenamente e água flui melhor. Coloque os componentes no vaso ou na jardineira, misture tudo e pronto, hora de plantar. Posicione as mudas com 10 centímetros de distância entre si e fixe-as bem à terra, dando pequenos tapinhas na superfície.

A horta deve ser regada diariamente, de preferência pela manhã. Cuidado para não encharcar a terra. O segredo é colocar a mão na superfície, ela deve ficar úmida sem virar uma “papa”. Se você optar por uma horta orgânica, só entra adubo orgânico no vaso. Mas a adubação é recomendada somente um ano após o plantio, quando é interessante também adicionar húmus de minhoca ao solo.

Para que a água não fique empoçada no interior do vaso, impermeabilize a superfície dele e coloque abaixo da mistura de terra uma camada de areia grossa, seguida de brita e pedras roliças. Detalhe importante: a jardineira ou o vaso tem que ter furos na parte inferior para que a água escoe. Sob ela, coloque um pratinho com areia, para absorver a água e evitar criadouros de mosquitos, como o da dengue.

Em casa
Para fazer uma horta em casa as regras são as mesmas das de um apartamento: jardineira na janela ou vasos na varanda. Ou, melhor ainda, colocar a horta no jardim. Para fazer isso, é preciso separar as plantas ornamentais das hortaliças. Mas as hortaliças não podem ficar no nível do jardim. Elas devem ser separadas do resto das plantas por toras de madeira ou bambu, porque têm que ficar em um nível mais alto. Para isso, é preciso fazer uma espécie de “caminha” com a mistura de terra, areia e terra vegetal. Isso serve para que a água escoe sem problemas e para que as raízes tenham espaço para crescer. Essa superfície deve ter cerca de 25 centímetros e pode ser colocada em cima da terra do próprio jardim.

É interessante que a horta receba o máximo de luz possível. A facilidade para se chegar até ela também deve ser considerada. E fazer “degraus” para que as maiores não roubem o sol das menores. Para ficar bonito, invista em espécies como a cebolinha ou uma mescla de alface verde e alface roxa.

Pragas e doenças
É claro que é sempre melhor prevenir do que remediar. Mas às vezes não tem mesmo jeito. As pragas mais comuns em hortaliças são a cochonila, o pulgão e a lagarta. Um solução caseira e orgânica para acabar com os bichos é calda de fumo. Para fazê-la, basta abrir um cigarro que não foi fumado e colocar o tabaco em 500 ml de água de um dia para o outro. Depois disso, o caldo é coado para retirar os pedaços de fumo e borrifado em toda a extensão das plantas, inclusive nas folhas. Se não funcionar, o melhor mesmo é chamar um agrônomo ou paisagista antes que a praga se alastre para o resto da horta e a outras plantas da casa.

Fonte: Terra

Apartamento –

Apartamento 2 dormitórios e 1 banheiro – ref: AP0138

  • Sala de 2 Ambientes
  • Piso taco na sala e quartos
  • armários embutidos nos quartos, planejado na cozinha
  • Elétrica nova, imóvel recém reformado.
  • 1 Vaga coberta
  • área útil 97 m²
  • Aceita Financiamento

Veja benefícios do pé-direito duplo, que cria amplitude

O pé-direito duplo é comumente usado em ambientes sociais, como salas de estar e jantar. Foto: Tammaro Arquitetura/Divulgação

O pé-direito é a medida entre o chão e o teto de uma construção. O normal é que ela seja de 2,70 metros, mas há a possibilidade de ter o dobro desse tamanho. Nesse caso, fala-se em pé-direito duplo, que, além dos ganhos estéticos, implica outros benefícios.

O mais interessante é que é possível dobrar a medida da distância entre o piso e o teto. Fabiane Bello, no entanto, lembra que isso demanda uma reforma grande, e que é preciso fazer uma avaliação da estrutura da construção.

Sueli Nonaka, por sua vez, afirma que, “na arquitetura, tudo tem jeito, desde que seja possível eliminar um ambiente”. Ainda assim, o tamanho total do imóvel pode ser um limitador para esse tipo de intervenção, pois, como ela diz, “com o pé-direito duplo, o pavimento superior deixa de ser ocupado, diminuindo a metragem construída”.

Amplitude de duplex
Ou seja, neste caso, eliminar um ambiente significa claramente ter uma casa ou um apartamento com dois pavimentos. “Não existe vantagem em termos de construção, mas fica mais charmoso e dá uma ideia de amplitude”, afirma a arquiteta Fabiane Bello sobre o pé-direito duplo. Seria, portanto, o oposto da sensação de achatamento de uma altura normal. A também arquiteta Sueli Nonaka lembra que a distância em dobro entre chão e teto também deixa o ambiente maior. “Os cômodos ficam separados por níveis, que podem ser deixados abertos, integrando, assim, diversas partes do imóvel”, diz ela. As partes expostas costumam ser as sociais, como salas de estar, de jantar e de televisão. Os ambientes íntimos, por sua vez, ficam mais reservados, com a altura regular.

As residências com pé-direito duplo são mais valorizadas pelo mercado, e oferecem maior entrada de ar e luz. “Para regiões quentes, quanto mais alto, melhor”, conta Sueli Nonaka. Fabiane Bello alerta, no entanto, que os ganhos em iluminação e ventilação dependem do projeto arquitetônico. “Construções em regiões quentes têm que ser voltadas para o nascente para aproveitar ao máximo o sol e o vento”, lembra Fabiane Bello. Em locais frios, o ideal é ter a fachada voltada para o poente, diminuindo a circulação de ar e o resfriamento da residência.

O eco pode ser um incômodo em ambientes com pé-direito duplo. Até mesmo em salas com altura normal, quando vazias, ocorre esse efeito. Fabiane Bello conta, no entanto, que esse é um problema fácil de corrigir. “Basta usar materiais que abafam o som, como tecidos cobrindo a parede, cortinas de pano nas janelas, forros de gesso ou outros materiais que evitem a reverberação”, diz ela.

Fonte: Terra

Móbiles e pendentes na decoração

Os móbiles e pendentes ressurgem como tendência de decoração e como uma alternativa para casas menores e apartamentos com pouco espaço. Assim, você não precisa se preocupar em separar um espaço da casa para ser decorado, mas sim utilizar o teto para deixar a casa mais aconchegante e bonita. veja hoje as dicas que o bvlog da Myx Imóveis trouxe para você.mobiles pendentes na decoracao Móbiles e pendentes na decoração

Antes, os móbiles e pendentes eram artigos usados apenas de quartos de bebês e crianças, mas hoje o uso destas peças vai muito além do setor infantil da decoração. Agora em versões com design mais variado e moderno, eles se encaixam muito bem na composição do visual de diversas partes de uma casa ou apartamento.

Para usar estes objetos na decoração da sua casa, é preciso ter cuidado com a altura e o local onde serão instalados, para não incomodar a passagem. E claro, seguir o estilo da decoração do ambiente. Existem modelos de móbiles e pendentes dos mais variados estilos: retrô, modernos, minimalistas e por aí vai. Você pode também criar seu próprio móbile se preferir.

mobiles pendentes na decoracao1 Móbiles e pendentes na decoração

Um dos cômodos em que os móbiles são mais usados é a sala. Eles podem ser colocados estrategicamente para destacar um local ou um móvel e dar vida ao ambiente. As janelas também ganham mais charme ao serem ornamentadas com pendentes. O vento faz com que o pendente se mova, chamando mais atenção para este item.

Já nos quartos e corredores, os móbiles podem servir para decorar luminárias. Outra opção também é decorar com luminárias rebaixadas, pois elas dão um efeito parecido com a utilização do pendente e dão um toque a mais de elegância a qualquer cômodo.

Fonte: Dicas de Mulher