Será que é hora de vender seu imóvel?

Especialistas ponderam se o momento atual do mercado imobiliário é o ponto de alta – hora de realizar os lucros

No mercado imobiliário brasileiro não se fala em outra coisa. Os preços já não sobem mais com a mesma intensidade de antes. Incorporadoras vendem imóveis com descontos que ultrapassam os 30%, e vendedores de usados já não sentem mais tanta facilidade de passar seu bem adiante.

Mas afinal, os preços chegaram ao topo? Ainda há espaço para mais valorização? Ou a tendência agora é que os preços se acomodem – ou até caiam? Para quem tem um imóvel que se beneficiou da alta valorização nos últimos anos, está na hora de vender e realizar o lucro? “Eu vejo uma estabilidade, com viés de baixa tênue. Vai ocorrer uma reformatação do mercado, com reposicionamento das construtoras com margens consideradas razoáveis”, diz o professor João da Rocha Lima Junior, coordenador do núcleo de Real Estate da Poli-USP.

Para ele, a demanda especulativa percebida no mercado anteriormente já não existe mais, o que freia a valorização. As construtoras, por sua vez, já enxergariam um novo patamar de custos de produção e estariam mais confortáveis de que não vão aparecer aumentos abruptos de custos, o que deve levar à estabilização dos preços.

“Um freio de demanda gera descontos e joga os preços para baixo. Não vejo a possibilidade de uma quebra de preços, mas sim de uma queda suave. Mas não há muita margem para redução de preços, pois não houve um nível de especulação tal que permita uma queda maior. E nós também não temos o problema da devolução de imóveis por falta de capacidade de pagamento, uma vez que nosso crédito é conservador”, completa o professor.

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– O MELHOR MIX DA REGIÃO

Já há alguns sinais de desaceleração no mercado imobiliário brasileiro, embora seja ainda cedo para se falar em queda de preços. O Índice FipeZap, que acompanha os preços dos imóveis em sete capitais brasileiras, já vem mostrando retração de preços em algumas cidades e, no mês de abril, seu relatório reafirmava a tendência de desaceleração de preços iniciada em abril de 2011.

A reportagem de capa da Revista EXAME que chegou às bancas nesta quinta-feira reflete justamente sobre se é hora de comprar, vender ou esperar, e traz com exclusividade uma pesquisa da Fipe que mostra que, apesar da valorização recorde nos 12 meses terminados em março, uma comparação entre os últimos seis meses e o mesmo período do ano anterior atesta uma desaceleração na alta. Veja a metodologia da pesquisa da Fipe.

Há ainda outros fatores que podem contribuir para a desaceleração e posterior estabilização de preços. O primeiro trimestre do ano já revelou queda no número de unidades financiadas (em relação ao mesmo período do ano passado) e da velocidade de vendas (em relação aos anos anteriores).

A isso se alia o passo atrás dado pelas incorporadoras que sofreram em seus balanços e na Bolsa, principalmente por conta do descasamento entre o número de imóveis lançados e sua capacidade de entrega – o que também gerou os atrasos na entrega dos imóveis e uma porção de ações na Justiça ao longo de 2011. Agora, as construtoras tentam reajustar seus processos internos para se recuperar. Pelo menos aquelas que são abertas em Bolsa frearam o ritmo dos lançamentos.

Investidor com mais de um imóvel

O momento ainda requer cautela, mas quem tem mais de um imóvel e se beneficiou da estrondosa valorização imobiliária brasileira dos últimos anos já pode pensar numa venda. “Quem tem mais de um imóvel está em boa posição para realizar os lucros”, diz o economista Luiz Calado, vice-presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) e autor do livro “Imóveis – seu guia para fazer da compra e venda um grande negócio”.

Segundo Calado, para quem atua no mercado de imóveis como investidor ou especulador – ou seja, para quem compra para alugar ou aguardar valorização – o momento também é propício por conta da queda na taxa Selic e do movimento de derrubada de juros pelos bancos. “Quem quiser vender um imóvel para comprar outro, deve também conseguir uma taxa de juros menor em um eventual financiamento”, completa.

O economista se diz pessimista em relação ao mercado daqui para frente quando se refere a quem deseja ganhar com a valorização. “Não acredito que essa trajetória de alta continue tão forte, a não ser que estejamos entrando em uma bolha. Temos evidências de desaquecimento e até de quedas de preço. Essa coisa das construtoras venderem imóveis com desconto, não existe isso. Ninguém vende uma cota de um fundo ‘com desconto’. Foi o preço do imóvel que caiu mesmo”, observa.

Alex Strotbek, consultor imobiliário da Areal Pires Advogados, não acredita em desvalorização dos imóveis, mas também crê que uma estabilização já é visível. “A hora de vender o imóvel é na alta”, lembra.

É claro que agora já está mais difícil vender, o que também pode ser sinal de um momento propício para a realização de lucros. Os empreendimentos cujas unidades se esgotam em apenas um fim de semana estão se tornando raros, e o endividamento das famílias cresceu muito nos últimos anos – de 27% da renda em 2007 para os atuais 44%. As decisões de compra estão mais ponderadas agora que o preço do metro quadrado está mais alto.

Quem tem apenas um imóvel

Quem tem apenas o imóvel próprio pode até pensar em vendê-lo, mas precisa de um plano bem claro, porque o movimento é arriscado. “Quem fez isso há quatro anos, por exemplo, se deu muito mal, porque os preços entraram numa trajetória de alta alucinante. Se o sujeito vendeu e começou a pagar aluguel com o dinheiro do negócio pode ter tomado um susto desagradável”, diz Luiz Calado.

Segundo o vice-presidente do IBEF, no entanto, agora é uma hora boa para assumir algum tipo de risco, desde que se entenda o que se está fazendo. “Essa estagnação com possível queda de preços ainda vai se manter por algum tempo. O PIB do país está se retraindo há meses, e a crise internacional continua. Se esse cenário se consolidar, e o preço dos imóveis começar a cair, será possível aplicar em um investimento atrelado à inflação e usar a renda para pagar aluguel”, explica Calado.

Quem não quiser se arriscar a viver de aluguel e desejar comprar outro imóvel deve ponderar outros fatores. Não dá para contar com uma queda nos preços, embora em alguns casos isolados ela já esteja ocorrendo. Para Luiz Calado, uma possibilidade que pode ser vantajosa é vender o imóvel hoje para comprar outro dentro de até um ano, com taxa de juros menor para um eventual financiamento.

Para Alex Strotbek, a estratégia de vender o único imóvel para comprar outro pode se justificar se a pessoa tiver a intenção de comprar uma propriedade melhor. Assim como a venda está dificultada, comprar em um momento como o atual significa pagar caro. O planejamento para quem deseja melhorar o padrão de vida deve incluir uma poupança extra além do dinheiro da venda para comprar um imóvel de padrão mais alto.

“Se o sujeito pensa em realizar o lucro e encontrar um bom negócio, provavelmente não vai. Ele pode também esperar uma queda de preços, mas é arriscado para quem tem somente um imóvel. Se a pessoa tiver um segundo imóvel é mais fácil. Ela vende, aplica o dinheiro em renda fixa e espera uma nova baixa. O proprietário de apenas um imóvel deve ser cem vezes mais cauteloso do que o investidor”, diz Strotbek.

Outras alternativas

Desde 2008, o Brasil vem experimentando uma alta estrondosa nos preços dos imóveis, figurando entre as maiores altas do mundo ano a ano. Embora, para padrões internacionais, os preços dos imóveis brasileiros ainda sejam baixos, a valorização já apresenta os primeiros sinais de perda de fôlego. Desde 2008 até o final de abril deste ano, os imóveis em São Paulo valorizaram 135%, enquanto que os imóveis cariocas tiveram alta de 170%.

“Nós tivemos um excesso de preços em 2010 e 2011, com altas acima do razoável. Havia um excesso de demanda no mercado, até um pouco artificial, forçada por alguma especulação. A isso se juntou uma demanda reprimida forte em 2008 e 2009, com um crescimento de custos muito grande. As construtoras de capital aberto agiram de forma agressiva, e havia muito capital estrangeiro chegando ao mercado brasileiro”, explica João da Rocha Lima Junior, do núcleo de Real Estate da Poli-USP.

Em um segundo momento, os custos de construção sofreram enorme pressão, com a escassez de mão de obra qualificada e consequente perda de produtividade das construtoras, fora as altas nos preços dos terrenos. “O mercado imobiliário é desordenado. Quando o dono de um terreno recebe pressão de todos os lados para vender, o preço sobe sem limites”, diz o professor.

Para quem quer continuar no mercado imobiliário, o economista Luiz Calado recomenda uma realocação de portfólio, considerando-se os fundos imobiliários. “Quem vender um de seus imóveis e optar por não ter dívida, pode deixar o dinheiro da venda em um fundo imobiliário”, diz. Mas para ele, sempre existe oportunidade para “quem olha além do óbvio e vê um nicho de mercado que não é bem atendido”.

“Vale o raciocínio: o que vai ser demandado daqui para frente na sua região? Para onde a cidade está crescendo, quais as necessidades que ainda não são bem atendidas? Também existe potencial para agregar valor a um imóvel mal cuidado, comprado em leilão, ou cujo dono anterior não tivesse fôlego financeiro para cuidar. Nesse caso, é preciso fazer um investimento na recuperação do imóvel, mas ainda fica espaço para ganhar dinheiro”, conclui.

Fonte: Exame.com

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10 regras para se livrar da bagunça

 Regra nº 1: Tirou, guardou!
Se você pegar um pote de açúcar, por exemplo,deve levá-lo de volta ao mesmo lugar. E nada depreguiça ao arrumar. Não acumular objetossoltos pelo ambiente também ajuda a manter a organização.

 Regra nº 2: Armazene com lógica
Deixe próximo ao fogão os materiais e utensíliosque costuma utilizar ao cozinhar, como o porta-temperos e as panelas. Mas não debaixo da pia, pois este é o ambiente mais sujeito à umidade, propício à formação de fungos e bactérias, diz Cristina. Pratos e copos, por sua vez, devem ficar próximos à mesa, assim como os panos de prato devem ficar ao lado da pia.

 Regra nº 3: Nada de guardar talheres na primeira gaveta da pia
Esta deve acomodar os utensílios utilizados durante o preparo da comida, como facas, espátulas eescumadeiras. Talheres para servir ficam no armário próximo à mesa e dentro do porta-talher. Senão, quem for arrumar a mesa acaba atrapalhando o cozinheiro.

 Regra nº 4: Tudo o que estiver à vista é passível de sujeira

Frituras e gorduras se espalham pelo ar e acabam se juntando com a poluição, grudando em móveise utensílios. Um bom exaustor ajuda.

 Regra nº 5: Depois que organizar o local, não troque os utensílios de lugar
Nada pior do que guardar os objetos provisoriamente. Se não é o local escolhido, provavelmente irá esquecer onde estão.

 Regra nº 6: Preserve a circulação do ambiente
Móveis e objetos espalhados atravancam e atrapalham.

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 Regra nº 7: Abuse dos armários
É o melhor lugar para guardar pratos, copos e louças, por causa da higiene. Distribua copos naparte superior e pratos na inferior (já que são mais pesados), indica Simone. E nada de colocarobjetos diversos sobre a geladeira. No máximo, deixe alguns potes decorativos, alerta a designer de interiores.

 Regra nº 8: Descarte o que for inútil e sem uso
Doe panelas, pratos e copos não utilizados. Além de ocupar espaço, atrapalham.

 Regra nº 9: Ordene também a despensa
Separe os doces dos salgados, colocando-os em prateleiras diferentes. E deixe-os visíveis, pois isso ajudará na hora de localizá-los, além de evitar desperdícios com produtos cujo prazo de validade acaba vencendo apenas porque ficam escondidos no fundo do armário. Embalagens pequenas,como de sachês de sucos, gelatinas, sopas e temperos podem ficar reunidas em cestas de fibra sintética (material lavável).

 Regra nº 10: Agrupe e armazene a louça por material
Junte peças de cerâmica em uma prateleira e em outra, as de inox, e assim por diante. Assim, fica mais fácil pegá-las na hora de preparar a mesa.

Fonte: organizesuacasa.com.br

Decoração com laços

Laços não caem bem apenas em roupas e acessórios, mas também na decoração de sua casa. A seguir, veja como um delicado enlace pode mudar a cara de um ambiente.

Avental de cozinha com bolsos, Particolare Casa; Lata com laço para talheres, Studio da Lu. Todos os outros produtos Studio da Lu.

Saia do comum

Se um ambiente está com tons pesados e você já está cansado do estilo clássico, dê um laço na cor neutra em algum objeto. Ele ficará mais leve. E dá para abusar da criatividade e escolher diferentes tipos de fitas.

Espelho redondo com laço, na Particolare Casa. Demais objetos, Studio da Lu.

Mais brilho

Pingentes são uma boa opção para enfeitar a mesa de centro da sala. Que tal utilizar fitas em vez de um barbante para um melhor acabamento? Já que não irá pendurá-los, eles podem servir como acessórios de decoração. Escolha uma cor base de fita e varie o tom a partir dela.

Pingente de anjo com fita verde, porta-retratos Red Strass com fita branca, de libélula em vinho com fita marrom, na Bacco’s; porta-retratos grande cravejado, ornamento estrela com fita marrom, ornamento com pérolas e caixinha com pedrinhas, na Carol Martini Casa. Restante dos objetos, Studio da Lu.

Detalhes que fazem a diferença

Com tantas opções de bolsas hoje em dia, o que diferencia cada uma é o detalhe. Utilize chaveiros em formato de laço para personalizar seu acessório diário. As caixinhas de joias também podem fazer parte disso. Existem puxadores de laço que é só colar para dar um acabamento original.

Bolsa Framboesa, na Jorge Bischoff, porta-joias com laço prateado, na Hits; caixa grande com laço branco, na Empório Carol Martini; flores, Giuliana Flores. Restante dos produtos, Studio da Lu.

Estampas

Em vez de comprar fitas, existem algumas lojas que já adiantam seu trabalho e vendem objetos com estampas de laço. Você pode encontrar de diversos tamanhos e cores. Fica uma graça se você escolher almofadas e mantas coloridas e colocar sobre um sofá de cor neutra.

Almofadas de tricot lilás, na Hits; manta com laços, na Fototrico; flores, Giuliana Flores. Restante dos produtos, Studio da Lu.

Na hora do jantar

O arranjo da mesa de jantar também precisa de um arremate que combine com o resto da casa. Pegue um retalho de tecido e coloque em volta da cesta de flores finalizando sempre com um laço bem cheio e bonito. Outra alternativa é montar uma guirlanda com fitas e laços de diversos tons e tecidos para colorir o espaço. Dá para encaixar no encosto de alguma cadeira ou pendurar em um local de sua preferência.

Cadeira roxa com tecido retrô, na Particolare Casa; tecido listrado, na Paranatex; cesta de vime com 12 vasinhos, na Entreposto; guirlanda com fitas e laços, na Empório Carol Martini; flores, Giuliana Flores. Demais produtos, Studio da Lu.

Colorindo o branco

Janelas são pintadas, normalmente, com as mesmas cores – preto, branco, nude ou verniz para madeira. Dê um destaque amarrando pequenos laços em tons vivos, como rosa-choque, nas estruturas. Na foto, o cachorro também tem personalidade. Teste isso com algum boneco que tenha em casa.

Garrafas de vidro, na Amoreira; Cachorro Bulldog com vasinho e laço, na Entreposto; laço vermelho, na Carol Martini Casa; moldura patchwork, no Empório Carol Martini; flores, Giuliana Flores; chinelo de laço rosa-choque, acervo da produção. Restante dos objetos, Studio da Lu.

Na cozinha, porcelana

Já que é razoável evitar muitos tecidos perto do fogão pelo perigo de pegar fogo, existem moringas com estampas de laços que dão mais segurança à pessoa que estiver na cozinha, além de um charme sem esforço.

Conjunto de moringa com bandeja de laços, na Empório Carol Martini; jarra de laços, na Empório Carol Martini; garrafa com tampa de laços, na Empório Carol Martini; flores, Giuliana Flores. Restante dos produtos, Studio da Lu.

Toque de cetim

Quem disse que a escada não precisa de cuidados? Alguns vasinhos na ponta fazem a diferença. E para mudar aquela almofada antiga que está encostada em alguma cadeira, pegue uma fita de cetim e amarre-a na ponta. Será um novo item decorativo.

Almofada de seda com aplicações de paetês e arrematada com laço de cetim, na Safira Sedas. Restante dos produtos, Studio da Lu.

Lá fora

A área externa é, talvez, o último espaço que as pessoas visitam, mas quando isso acontecer precisa-se ter tudo em ordem. Algumas vezes não há tempo para arrumar, portanto, um baú é perfeito para esconder objetos. Coloque um detalhe em cima dele e parecerá que é um móvel novo.


Futon Mil-Folhas, na Futon Company; baú de couro com ferragem de laço, na Hits; flores, Giuliana Flores. Restante dos produtos, Studio da Lu.

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Fonte: Portal Decoração

Imóvel de temporada já pode ser reservado e pago via web

Site de anúncios implementa facilidade para proprietários e locadores; hóspede tem prazo para reclamar e pode contar com Suporte em caso de problemas

Casa de Praia

 

Hóspede tem 24 horas para reclamar caso constate problemas ao chegar ao imóvel

 

São Paulo – Quem gosta de alugar imóveis por temporada nas férias e em feriados conta agora com uma nova facilidade. Os sites que reúnem ofertas de imóveis para aluguel, compra e temporada em 200 cidades brasileiras, lançou neste mês a possibilidade de reservar e pagar pelo aluguel de temporada online.

Embora o pagamento seja feito na hora, o dinheiro só é liberado para o locador do imóvel depois que o hóspede faz o check in. Já o proprietário, ao anunciar seu imóvel, pode optar por duas formas de receber o pagamento: 100% do valor 24 horas depois do check-in do hóspede ou apenas um percentual 24 horas depois do check-in do hóspede. Neste segundo caso, o locatário paga online apenas o percentual estipulado, como se fosse um sinal, e o restante acerta com o proprietário pessoalmente ao fazer o check-in.

Esse prazo possibilita ao hóspede reclamar caso haja algum problema com o imóvel. Se ao chegar o locatário constatar que a promessa não corresponde à realidade por qualquer motivo, o site o orienta a documentar tudo, inclusive com fotos, e entrar em contato com o Suporte ao Cliente dentro de 24 horas.

Após escolher o imóvel de sua preferência, o interessado deve aguardar a resposta do proprietário, que tem 24 horas para se manifestar. Se depois desse período o proprietário não tiver se manifestado, é possível entrar em contato com o Suporte para pedir ao site para entrar em contato com o anunciante, mas nada impede que o interessado busque e tente reservar outros imóveis, até obter uma resposta positiva.

Depois de confirmadas, as reservas podem ter suas datas alteradas sem custo, havendo cobrança extra ou reembolso, dependendo da alteração feita. Essas modificações também podem ser aceitas ou recusadas pelo proprietário em 24 horas. As condições de cancelamento por parte do locatário constam no e-mail de confirmação da reserva. Não pode haver cancelamento por parte do anunciante. Em caso de motivos de força maior, porém, o Agente Imóvel orienta o proprietário a entrar em contato com o Suporte para achar a solução.

 

Os anúncios de imóveis para temporada são gratuitos para o proprietário, e o site cobra 10% de comissão sobre o valor do aluguel a cada negócio fechado. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito, boleto bancário, PayPal ou transferência, e é possível parcelar. O site recomenda que todos os contatos entre proprietário e hóspede sejam feitos por meio das mensagens no site, a fim de que fique tudo documentado.

O Agente Imóvel também conta com seções para anúncios de imóveis para aluguel comum e venda. Normalmente são as imobiliárias que anunciam, mas nada impede um proprietário de anunciar diretamente. O anúncio com destaque por três meses custa 99 reais. Há ainda uma seção de notícias e estatísticas do mercado imobiliário brasileiro.

Tenha uma hortinha eletrônica em casa

Ter uma horta com temperos e até verduras em casa se tornou um desejo de consumo para muita gente. Poder usar em suas refeições os produtos que você mesmo cultiva é um privilégio e até uma economia no orçamento. Porém, nem todo mundo tem tempo ou habilidade para cuidar de uma horta, tomando conta da irrigação correta, da adubação e da escolha certa do ambiente.

Para isso foi criado a Click & Grow, que é uma horta eletrônica muito fácil de usar, que funciona com baterias. Ela cultiva sozinha as plantas sem que você precise se preocupar com rega e adubação. Você não tem que ter qualquer conhecimento sobre jardinagem, em vez tudo vai ser cuidado pela tecnologia inteligente do aparelho.

De acordo com o tipo de planta a ser cultivado e as suas necessidades, o Click & Grow tem as medidas necessárias e doses da quantidade exata de fertilizante, água e ar.

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O vaso eletrônico Click & Grow tem sensores eletrônicos, uma bomba e um reservatório de água. As sementes, as baterias, os adubos e um software especial de cultivo (de acordo com o tipo de semente) não estão no aparelho, sendo colocados à parte na montagem.

Para começar o seu jardim, é só colocar as baterias, adicionar as sementes, instalar o software e colocar água de boa qualidade no reservatório até o nível indicado. Depois, é só esperar de uma a duas semanas que a plantinha começa a aparecer!

Para a manutenção, você só precisa encher o compartimento uma vez por mês e trocar a bateria uma vez ao ano. O Click & Grow tem opções de flores, tomatinhos e manjericão. Confira no vídeo abaixo mais informações desse aparelho genial.

Imóvel – Apartamento | Ponta da Praia, Santos

Ref: AP0647

  • Ponta da praia/ Santos
  • Apartamento 3 dormitórios sendo 2 suítes
  • 2 wc social
  • sala 2 ambientes
  • dependência de empregada c/ WC
  • área de serviço
  • armários embutidos
  • 1 vaga na garagem
  • Prédio de 10 andares com zelador
  • Aceita financiamento

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Vitrine: jarras cheias de estilo

sirva água com gás, suco ou chá de maneira diferente

Vitrine: jarras cheias de estilo
Foto: Divulgação / Charles Naseh

Caprichar ao servir em casa é quase uma obrigação e todo mundo adora receber elogios. Com as bebidas não é diferente: Rita Lobo mostra uma maneira estilosa de servir bebidas como água com gás, suco natural ou chá gelado, com jarras lindas. “Qualquer refeição fica mais elegante com uma jarra bonita na mesa!”, diz Rita. Confira uma seleção de modelos elegantes que encontramos no mercado:

Serviço:
1. Marca: Pinha
Loja: Doural
Preço sugerido: R$ 54,90

2. Marca: Cerâmica Serra do Capivara
Loja: Kariri
Preço sugerido: R$ 55,00

3. Marca: Ishela
Loja: Ishela
Preço sugerido: R$ 56,00

4. Marca: Guzzini
Loja: Espaço Santa Helena
Preço sugerido: R$ 69,90.

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Fonte: GNT