Veja como decorar sua casa você mesmo de maneira barata

do it yourself

“A jornalista Joelma Terto decorou ela mesma seu primeiro apartamento, em Porto Alegre. Esta estante, por exemplo foi produzida em parceria com o marido. Eles mesmos compraram a madeira de demolição e os ganchos e fizeram os ajustes”

Nem todo mundo que quer decorar (ou redecorar) a casa tem dinheiro ou tempo para procurar decoradores. Por isso, cada vez ganham mais espaço as técnicas de “Do It Yourself” (“Faça Você Mesmo”), que ajudam o morador a customizar objetos e reaproveitá-los para deixar o imóvel com a sua cara.

Foi assim que a jornalista Joelma Terto, de Porto Alegre, decorou seu primeiro apartamento. “Eu era recém-formada, tinha meu primeiro ‘apê’ alugado e pouco dinheiro. Sempre gostei de decoração e comecei a montar o apartamento com móveis doados por amigos e incrementar com o que tinha”, conta ela.

Joelma adaptou móveis, criou peças e até reciclou material achado no lixo. Ela transformou, por exemplo, uma estante antiga de madeira escura em um conjunto de prateleiras brancas; usou uma peça de jogo americano para criar uma luminária; fez as cortinas do próprio banheiro com plástico, contact e ilhoses; e revestiu o armário com tecido. “Pra mim, achar quadro no lixo foi super natural”, brinca ela, que usou vários objetos que seriam descartados na sua decoração. Um carretel de madeira, por exemplo, virou mesa de centro ou banquinho, dependendo da necessidade.

Esse tipo de decoração feita pelo próprio morador vem crescendo tanto no Brasil e no mundo que até os profissionais do ramo estão entrando na onda. A decoradora carioca Vivianne Pontes criou um projeto em que vários elementos foram feitos por ela e pelo cliente. “Usamos, por exemplo, uma escada para fazer uma horta vertical, fizemos luminárias de cachepôs e fruteiras, armários de cozinha de caixinha de feira”, conta ela. Com base nessa experiência, Viviane dá dicas para quem quer fazer sua própria decoração e deixar a casa ainda mais com a própria cara:

– Pesquise muito antes de colocar a mão na massa – tenha certeza de que entendeu a técnica (na internet, é possível encontrar tutoriais, inclusive em vídeo);

– Teste antes em um material menor;

– Conheça os materiais que está utilizando;

– Nunca desista de um projeto antes de terminá-lo (ou acabará com um depósito de projetos iniciados);

– Na hora de pintar móveis, use tinta acrílica de parede, e não spray: o resultado é muito melhor e, com uma cera por cima, a pintura dura anos.

Independente do tipo de customização – colar tecido na parede, pintar com diferentes cores, usar objetos para diferentes funções – o importante é sempre prestar muita atenção na técnica e saber combinar os vários objetos da casa.

 

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Fonte: Terra

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Transforme os ambientes levando a luz natural para dentro de casa

Luz natural dentro de casa

paredes inteiramente envidraçadas banham sala e cozinha integradas de luz

No projeto de Flavio Castro, paredes inteiramente envidraçadas banham sala e cozinha integradas de luz

O sol passou um bom tempo na berlinda por conta de seus efeitos na pele. Dentro de uma casa, no entanto, nunca houve dúvida: quanto mais luz natural, melhor. Cientes disso, os arquitetos estão sempre em busca de soluções para trazer o sol para dentro e iluminar o ambiente.

Na prática, qualquer local pode ser adaptado para se beneficiar com a claridade natural. “Nos projetos, é possível priorizar os grandes vãos de janelas e os espaços integrados, que conferem amplitude e luminosidade à residência”, explica o arquiteto Aquiles Nícolas Kílaris. Se planejadas ainda na fase de construção, fachadas inteiras podem ser envidraçadas, formando os chamados panos de vidros, que não só trazem luz como também deixam o ambiente sofisticado.

Para quem já está com a casa pronta e não quer investir em grandes reformas, há excelentes alternativas para ganhar espaços mais claros, sem precisar recorrer à luz artificial. A primeira saída é focar em janelas, pisos e paredes. “Vidros fumês escurecem o ambiente, assim como pisos e paredes muito escuras”, esclarece Leonardo Junqueira, também arquiteto. Ou seja, trocar a tinta da parede por uma mais clara, instalar pisos de mesmo tom e adotar vidros cristalinos ajudam bastante.

Ótimas pedidas, os espelhos refletem luz, espalhando-a pelo cômodo e podem ser usados em paredes e móveis. “Uma decoração mais clean ajuda a iluminar os ambientes. Muita mobília e objetos decorativos reduzem e escurecem os espaços. Tapetes escuros podem ser trocados por outros mais claros enquanto as cortinas pesadas podem ser substituídas por tecidos leves e translúcidos”, complementa o arquiteto Gilberto Belleza.

Claridade que vem de cima
Quando há disposição e verba para uma obra maior, é possível investir na ampliação de janelas ou numa iluminação zenital, na qual a luz penetra no ambiente por meio de aberturas na cobertura. A opção é indicada para áreas onde janelas não são o bastante para captar a luz. “O recurso é eficaz porque distribui bem a claridade mesmo em locais amplos, com grande profundidade e dimensões”, afirma Belleza.

Claraboia e domos também estão entre os elementos mais utilizados. A primeira é instalada no nível no telhado e resulta num bom acabamento estético. A segunda tem formato de cúpula e faz parecer maior a abertura para a claridade. “São ótimas opções para corredores, jardins de inverno e banheiros”, acrescenta Aquiles. Mas é preciso planejar muito bem antes de colocar em prática uma reforma desse tipo.

“Caso não tenha sido pensada no projeto inicial, é fundamental a orientação de um arquiteto ou engenheiro para avaliar o impacto dessa intervenção no telhado. Em tetos que não foram projetados com vãos, não é aconselhável mexer na estrutura”, orienta Junqueira.  É importante também cuidar para que tanto a claraboia como o domo sejam vedados corretamente, de modo que vento, umidade e água de chuva não penetram pelos vãos.

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Calor do lado de fora
Outro detalhe: qualquer abertura nas paredes ou no teto deve ser planejada de maneira a evitar a incidência direta de sol no ambiente. Caso contrário, os cômodos ficarão superaquecidos. “É importante prever uma ventilação cruzada, com portas e janelas que facilitem a circulação do ar dentro da casa”, ensina Aquiles.

Quando os vidros estão nas paredes, a recomendação do arquiteto é instalar cortinas e persianas para conter a luz e o calor. Outra solução é aplicar películas de controle solar nos vidros da casa. Ou, ainda, substituir o vidro em algumas áreas por cobogós, blocos quadrados com orifícios desenhados genuinamente brasileiros. “Paredes de cobogós permitem a ventilação e a passagem de luz, além de terem um apelo decorativo”, finaliza a arquiteta Vivian Coser.

 

Fonte: Folha.com/UOL

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Sem mais torcidas de nariz para o espinafre

Panqueca de ricota e espinafre com molho branco

Uma ótima opção leve e saudável para as refeições do dia a dia é a panqueca de ricota e espinafre com molho branco. A receita da apresentadora Rita Lobo, do “Cozinha Prática” do GNT, tem ainda um truque culinário indispensável: como não deixar o molho branco empelotar.
panqueca de espinafre com ricota
Rendimento: serve 4 pessoas
Tempo de preparo: 30 minutos + 15 minutos no forno
Para a massa:
Ingredientes:
1½ xícara (chá) de leite
1 xícara (chá) de farinha de trigo
2 ovos
1 colher (chá) de sal
Manteiga ou óleo de canola para untar

Modo de preparo:
No liquidificador, junte o leite, a farinha de trigo, os ovos e o sal. Bata até a mistura ficar lisa. Deixe descansar no próprio copo do liquidificador por no mínimo 20 minutos até 1 hora, em temperatura ambiente. Enquanto isso, prepare o recheio. Depois do tempo do descanso da massa (e com o recheio já pronto), aqueça uma frigideira antiaderente, de fundo grosso, de cerca de 22cm de diâmetro, e espalhe um pouquinho de óleo ou de manteiga. Dê uma boa mexida na massa. Com a mão direita (se você não for canhoto!), levante a frigideira e com a outra, regue a massa com uma concha média —  que  também serve de medida.

Faça um movimento circular com a frigideira de modo a cobrir todo o fundo. Coloque a frigideira sobre o fogo baixo e, quando as bolhas começarem a aparecer, com auxílio de uma espátula de borracha, vire a massa para dourar do outro lado. O processo todo leva menos de 3 minutos por disco. Transfira para um prato, espalhe mais um pouquinho de manteiga ou óleo na frigideira  e repita o procedimento, até terminar a massa. Rende de 10 a 12 discos.

Para o recheio:
Ingredientes:
500g de ricota fresca
1 maço de espinafre fresco
1 dente de alho
¼ de xícara (chá) de uvas-passas brancas
¼ de xícara (chá) de rum
1 colher (sopa) de azeite
Sal (a gosto)
Pimenta-do-reino (a gosto e moída na hora)

Modo de preparo:
Lave o maço de espinafre sob água corrente. Separe as folhas e deixe de molho por 10 minutos em água com solução desinfetante ou vinagre. Reserve os talos para outra preparação (picado e refogado fica ótimo). Numa tigelinha, misture as uvas-passas com o rum para hidratar. Reserve. Descasque e pique fino o dente de alho. Reserve. Numa tigela grande, amasse a ricota fresca com um garfo. Tempere com sal e a pimenta-do-reino moída na hora. Leve ao fogo médio uma frigideira antiaderente. Enquanto ela aquece, transfira as folhas de espinafre para uma peneira — assim, as eventuais sujeirinhas ficam no funda da tigela com a água. Coloque as folhas na frigideira e vá mexendo aos poucos, até que estejam macias — mas não totalmente murchas.

Transfira as folhas de volta para a peneira e pressione para retirar o excesso de água. O espinafre vai ficar mais crocante. Volte a frigideira ao fogo baixo, regue com um fio de azeite e junte o alho picado. Misture bem, sem deixar dourar, e tire a frigideira do fogo. Isso é importante para não ter perigo de o álcool pegar fogo e você se queimar. Junte as passas hidratadas e o rum. Volte ao fogo e misture até a bebida secar. Desligue o fogo e junte as folhas de espinafre. Tempere com o sal, pimenta-do-reino e misture o refogado à ricota amassada na tigela.

DICA

É muito comum o molho branco ficar engrumado. Se isso acontecer, não precisa entrar em pânico: Liquidificador nele .

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Risoto de espinafre e limão

Para o molho branco:
Ingredientes:
1l de leite gelado
3 colheres (sopa) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de manteiga
Noz-moscada ralada
Sal (a gosto)
Pimenta-do-reino (a gosto e moída na hora)

Modo de preparo:
Numa panela grande, derreta a manteiga. Junte a farinha e mexa vigorosamente com a colher de pau, por cerca de 2 minutos. Essa misturinha é chamada de roux e serve para engrossar molhos em geral. Coloque o leite gelado de uma vez e, com a ajuda de um batedor de arame, misture bem, até levantar fervura. Abaixe o fogo e deixe cozinhar por cerca de 10 minutos, mexendo de vez em quando. No fim, tempere generosamente com noz-moscada, sal e pimenta-do-reino moída na hora.

Para a montagem:
Ingredientes:
¼ de xícara (chá) de nozes picadas
¼ de xícara (chá) de queijo parmesão ralado
Folhas de salsa fresca (a gosto)

Modo de preparo:
Preaqueça o forno a 180ºC (temperatura média). Coloque cerca de 2 colheres (sopa) do recheio na ponta da última panqueca da pilha. Enrole pressionando para que o recheio fique firme. Transfira para um refratário grande e repita o procedimento com os outros discos de panqueca. Regue as panquecas com cerca de ¾ do molho branco. O restante pode ser servido à parte. Salpique com as nozes e com o queijo parmesão ralado. Leve ao forno por cerca de 15 minutos ou até o molho começar a borbulhar e dourar. Sirva com as folhas de salsa fresca.

Fonte: GNT
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Confira 15 dicas para renovar o quarto das crianças

Novo visual pode ser conseguido na aplicação de papéis de parede ou até com uma simples troca de almofadas

Mudar a decoração do quarto das crianças sem fazer grandes reformas é possível, basta investir em soluções práticas e que deem resultado. Aplicar um bonito papel de parede é uma alternativa interessante e que transforma com rapidez o visual do ambiente. Além dela, existe a possibilidade de recorrer a novos elementos decorativos, como almofadas e cortinas, ou ainda apostar no reaproveitamento de materiais (transformando baldinhos de metal em porta-objetos, por exemplo).

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1- Aposte em baús: o recurso oferece praticidade e traz ares modernos ao ambiente. Escolha modelos coloridos e use-os para guardar brinquedos espalhados pelo quarto. Ao arrumar a decoração, coloque o baú no pé da cama ou em lugares que não interfiram no espaço da criança brincar.

2- Reforme os móveis: que tal dar uma cara nova para aquela cômoda antiga? A repaginação pode acontecer com a texturização, laqueamento ou lamição dos móveis. Outra possibilidade é recorrer a sobreposições, colocando uma manta sobre a peça, ou ainda modeificando a estrutura do móvel.

3- Pinte as paredes: mudar a cor do quarto é uma tática infalível na hora de transformar o visual da decoração. Escolha tonalidades como amarelo, vermelho, azul, rosa, laranja e turquesa, sempre evitando tons vibrantes. “Cores fortes atrapalham o sono tranquilo, por isso, é melhor recorrer a opções acinzentadas”, afirma Simone Turini, designer da loja infantil Bododo.

4- Use itens práticos: elementos como almofadões, pufes, futons, poltronas e mesas pequenas oferecem praticidade ao quarto e valem o investimento. Decorar com peças de formatos divertidos (flores e carros, por exemplo) também é uma saída de resultado rápido e que traz alegria ao ambiente.

5- Invista em papéis de parede: a variedade deste recurso permite dar novos ares à decoração sem recorrer a reformas ou gastar fortunas. Existe, porém, alguns truques que facilitam seu uso. 

6- Capriche na iluminação: colocar novas luzes (ou mudar o efeito das instaladas) no ambiente ajuda a renovar o visual. Itens como pendentes e abajures conseguem trazer novidade e elegância ao espaço . Uma dica é apostar na iluminação indireta – recorrendo a pontos de luz (se estiverem voltados para cima podem dar a impressão de estrelas) – e amarelada.

7- Aplique adesivos: caso pintar as paredes esteja fora de questão, recorrer a adesivos pode ser interessante. Quartos de criança ficam ainda mais encantadores com opções temáticas e coloridas. “Tenha cuidado apenas para não sobrecarregar o lugar com informação demais. Dê preferência a modelos únicos e de estampas grandes”, afirma Danielle Parreira, arquiteta.

8- Abuse de tapetes felpudos: escolher um modelo macio traz conforto ao local e permite que a criança espalhe seus brinquedos pelo chão. Mantenha o tapete sempre limpo e aspirado, de modo a evitar o surgimento de crises alérgicas.

9- Arrume os brinquedos em caixas: a bagunça acaba com a presença das famosas caixas organizadoras. Por isso, espalhe os cestos plásticos pelo quarto, conseguindo um visual moderno e muito mais organizado.

10- Troque cortinas e almofadas: O quarto pode ficar ainda mais bonito com a mudança de cortinas e da roupa de cama. “Simples trocas conseguem transformar a estética do local. Investir em novas almofadas (de formatos como flores, animais e carros) também contribui para a melhoria”, afirma Mayra Lopes, arquiteta.

11- Reaproveite materiais: a nova decoração do espaço pode também ser conseguida por meio de itens personalizados. A ideia é reaproveitar baldinhos de metal coloridos para colocar lápis, usar regadores como porta-objetos ou ainda fazer um varal de desenhos.

12- Pendure espelhos: crianças estão em fase de desenvolvimento e gostam de usar espelhos para descobrir novos movimentos e seu próprio corpo. Abuse de molduras coloridas, painéis e até lousas na decoração.

13- Instale nichos e prateleiras: os recursos decorativos contribuem para a arrumação do quarto e oferecem novidade à parede. Cuidado apenas com a altura da instalação, já que crianças podem sofrer acidentes caso os nichos estejam muito altos.

14- Espalhe fotos: pendurar quadros e porta-retratos ajuda a deixar o ambiente alegre e confortável. Painéis com os desenhos da criança também conseguem trazer personalidade ao quarto.

15- Coloque lousas na parede: crianças gostam de desenhar e podem se sentir mais a vontade em seus espaços com uma lousa por perto. Existe ainda a possibilidade de transformar a própria parede do lugar em um grande quadro negro, basta usar uma tinta especial.

 

Fonte: Delas/IG

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Design camaleão esconde e funde estrutura, objetos e móveis da casa

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A cadeira dobrável da marca Folditure pode ser compactada até atingir apenas 2,5 cm de espessura

A primeira coisa que você percebe ao entrar na sala de Patrick McInerney é que não há nada para ser visto. As paredes estão vazias, assim como o teto. Você tenta acender a luz, mas parece que não há interruptor. Há música tocando, mas de onde ela vem? A lâmpada, claro, está funcionando – afinal de contas está acesa – mas parece que ela está ligada no… gesso?

Parte ilusionista de interiores, parte “anoréxico estético”, McInerney é um membro praticante do culto do design do desaparecimento, o ethos “agora você vê, agora não vê mais” que visa esconder qualquer coisa que precise de um botão, um fio ou um subwoofer para funcionar. É uma paixão que McInerney, um arquiteto de 44 anos de San Diego, leva a sério, comparando seu ímpeto em simplificar com o processo da escrita de um romance.

 

Designers dissimulam objetos e móveis na decoração

“Cada palavra é considerada e refinada, não somente pelo seu significado, mas também pela relação com as outras palavras”, explica. Realmente, mais do que simplesmente esconder o sistema de som em um armário ou jogar um xale sobre o divã, a estética da invisibilidade busca um objetivo maior: criar espaços unificados que fluam de uma sala para outra sala, de um lugar para outro.

“Estamos interessados em ter nosso trabalho refletido e integrado à estrutura do ambiente”, afirma Rene Gonzalez, arquiteto em Miami. “Pensamos em compartimentos que possam se dissipar e desaparecer, para que a parte externa e a interna infiltrem-se uma na outra”, esclarece.

 

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Esconde-esconde

Impulsionado pela tecnologia e por uma certa engenhosidade, este tipo de design busca objetivos como o “campo de visão zero” (ou seja, instalações que não podem ser vistas de perfil), ou a criação de superfícies sem emendas aparentes e sem sombras. Os truques são abundantes e sempre james-bondianos: os interruptores de luz estão camuflados para parecerem parte da parede e as luminárias escondem-se por trás de pequenas aberturas; gavetas sem puxadores se abrem com um toque do dedo, enquanto mesas de jantar são dobradas até ficarem com menos de 2,5 cm de largura.

Um dos maiores defensores da decoração invisível é a marca Trufig, que oferece todo tipo de design disfarçado, como tomadas e entradas para cabos de dados que se misturam com o fundo. A Trufig se vende como “solução de design revolucionário” que se baseia em uma regra rigorosa: “seja completamente embutido”. Tudo isso, a marca promete, vai aliviar profundas e desagradáveis dores “à vista”, incluindo as causadas por dispositivos que “se projetam da parede ou do teto e criam linhas de sombra que distraem”.

MÓVEIS VANGUARDISTAS
PARA ÁREAS EXTERNAS

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“Infelizmente, o código, a segurança e a conveniência ditam que certos objetos e aparelhos estejam ali”, como diz o prospecto da empresa, que também traz a fotografia de um camaleão em frente a uma parede de mármore. “Mas eles precisam ser intrusos visuais?”

Em um nível mais prático, menos superficial, o design da invisibilidade tem como objetivo maximizar a estrutura do móvel/imóvel (particularmente em pequenos apartamentos urbanos) e minimizar o “ruído visual” criado por coisas como puxadores volumosos, ventiladores propensos a juntar poeira e o calcanhar de Aquiles de muitos decoradores: a TV de tela plana.

“As pessoas gostam, cada vez mais, de visuais limpos”, defende Alexandra Mathews, vice-presidente de vendas internacionais e marketing da Lucifer Lightning, com sede em San Antonio. “É agradável estar em um local onde você não é forçado a ficar olhando para várias coisas”, completa.

Mas Mathews e outros seguidores desse estilo, digamos, minimalista admitem que ele não é para qualquer um. “Tem gente que gosta de hardware e de desordem”, afirma a executiva. Porém, há várias provas que esse visual com toques modernistas está na moda. Uma evidência é a popularidade tanto dos móveis da Ikea quanto dos iPads. (O primeiro por ser uma marca de perfil minimalista voltada para o mercado de massas, o outro por não ter, basicamente, botões).

B. Alex Miller, sócio da Taylor & Miller Architecture em Nova York, concorda, acrescentando que o debate entre exibir e guardar coisas é permanente. “Vá a qualquer escritório de arquitetura da face da terra, é uma briga que acontece diariamente”.

Ferramentas

Joesph Tanney, no Resolution: 4 Architecture, explica que a luz refletida é uma ferramenta muito útil para a dissimulação de móveis e objetos. Algo que ele empregou em uma parede com nove metros e gabinetes para utensílios domésticos escondidos que ele recentemente projetou para um apartamento de Nova York. Feito de MDF, e envolto por acabamento Thermofoil brilhante, o recurso cria um efeito “macio” e arejado. “A sensação ali dentro é de estar em uma nuvem”, Tanney descreve.

Muito do atual “design ilusório” foi originado décadas atrás pelos “curiosos” que desmontavam produtos manufaturados (alto-falantes e sintonizadores, ventiladores de teto e cooktops) a fim de encontrar maneiras de deixá-los mais atraentes. O processo logo seria incorporado por alguns designers que ofereciam essa possibilidade a preços exorbitantes.

“É uma coisa que arquitetos e designers vêm querendo fazer há anos, mas sempre foi extremamente luxuosa, exclusiva e personalizada”, esclarece Rob Roland, vice-presidente executivo da Dana Innovations, na Califórnia, empresa-mãe da Trufig. “O que está começando a acontecer é que o design está descendo a pirâmide”.

Na casa toda, C.C. Sullivan, porta-voz da Lucifer, é capaz de delinear os pontos onde os elementos tradicionais estão desaparecendo ou se tornando menos inconvenientes, incluindo cooktops, eletrodomésticos de cozinha, acessórios de banheiro, frentes de gavetas, rodapés, armários de remédios e esquadrias de janelas.

DESIGN AMBIENTALMENTE
RESPONSÁVEL E ATRAENTE

design clean

Muitos dos dispositivos, tecnológicos por natureza, são desenvolvidos para substituir ou esconder outros não-estéticos. Por exemplo, uma década atrás, TVs de tela plana pareciam ser a resposta aos racks gigantes das décadas de 1950 e 1960. Mas o crescimento das telas se tornou um novo desafio.

Como resposta, a empresa Séura, em Green Bay, no Wisconsin, vende uma linha de TVs que “desaparecem” e funcionam como grandes espelhos quando não estão em uso. A empresa oferece mais de cem molduras para os aparelhos, que vão do estilo elegante aos coloridos que iriam, aparentemente, contra a proposta de esconder a televisão.

Por sua vez, a Modern Doors Direct, em Miami, disponibiliza portas sem batente que prometem linhas limpas, um visual europeu e, ao que parece, uma melhor vida sexual. “Linhas limpas e lençóis amarrotados”, anuncia a propaganda no site, exibindo duas pessoas – muito bonitas – apaixonadas. “Portas elegantes e sem junções levam a uma vida além deste quarto”.

Precursoras: as camas embutidas

Falando em preparativos para dormir, um dos primeiros defensores do design invisível foi William L. Murphy, inventor da cama embutida no armário no início dos anos 1900. Desde então, muitos tentaram melhorias na cama de Murphy, com variados níveis de sucesso.

Pegue o sistema Bed Up Down, que permite que um colchão se materialize aparentemente dos céus, caindo em qualquer espaço disponível (na verdade ele é baixado de um compartimento no teto). O site (em italiano) da empresa é positivamente animador sobre o leito que levita. “Up Down Bed é a cama que não se preocupa com o espaço e, sim, o cria!”, defende a propaganda.

O designer francês Rene Bouchara também tem uma versão da cama escondida, uma superfície retrátil brilhante e branca, que não ficaria fora de contexto no cenário do filme “2001: Uma Odisséia no Espaço”. Do mesmo jeito, Bouchara criou um aparador quase invisível, vendido no Roche Bobois, feito quase que completamente de vidro incolor, algo que deve ser muito divertido em uma casa com crianças superativas ou animais de estimação facilmente enganáveis.

Transparência e simplicidade podem ser táticas eficientes, mas Murphy, o arquiteto de Nova York, percebeu que complexidade funcionaria tão bem quanto. Para um salão de cabeleireiros que sua empresa recentemente projetou, a abordagem previu a cobertura de todas as superfícies com estantes de madeira (até mesmo no teto), criando o que ele chama de “complexo de espaço waffle.” O resultado foi um ambiente monocromático que fez com que o salão ficasse mais aconchegante, segundo o profissional.

Das guloseimas para a dieta de volumes

Apesar da experiência com “waffles”, as superfícies planas e lisas tendem a ser mais comuns ao design do desaparecimento. A Fisher & Paykel produz fogões com cobertura brilhante e plana e controles situados no mesmo plano do cooktop de cerâmica vitrificada. Sem aquele painel traseiro bagunçado, sem botões frontais engordurados. E o fogão todo tem menos de dez centímetros de altura.

Mas isso é quase volumoso se comparado à mesa e às cadeiras projetadas pela Folditure, da qual as peças futurísticas e desmontáveis continuam uma tradição de mobília dobrável, que dizem datar do antigo Egito. Mesa e cadeira, conhecidas como O Grilo e a Folha, se dobram até ficarem com menos de 2,5 cm de espessura, o que significa que você pode pendurar as cadeiras do jantar no mesmo armário onde você guarda os casacos dos convidados.

Dobradura é também a ideia por trás de um box conceitual da Duravit, uma companhia alemã que afirma ser especializada em “banheiros contemporâneos para pessoas contemporâneas.” O espaço para o chuveiro OpenSpace vem com duas portas traváveis que se encostam à parede depois que você acabou de se esfregar. As portas também podem ser revestidas por uma superfície reflexiva, fornecendo um espelho de corpo inteiro.

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Não consegue se ver através de todo o vapor? Bem, aí é quando entra o exaustor embutido do designer ucraniano Michael Samoriz. Ejetável, o equipamento volta ao nicho na parede após o trabalho feito. A parte externa do exaustor é projetada para se mesclar às superfícies do azulejo e a única indicação de que este dispositivo não é apenas uma peça na composição do mosaico é uma fina faixa de LEDs à sua volta.

E enquanto estamos falando sobre dobrar e retrair, por que não adicionar alguma deterioração à mistura? Giovanni Tomasini, um designer italiano com certa queda por coisas pequenas, projetou um gnomo de jardim que se dissolve. Criado com materiais de compostagem, as esculturas de Tomasini se desintegram vagarosamente fornecendo adubo a gramados e canteiros.

Arquitetos como McInerney, claro, esperam que os visitantes levem imagens mais agradáveis de seus trabalhos. E, em sua casa em San Diego, este esforço está em toda a parte – e em lugar nenhum – ao mesmo tempo: os alto-falantes surpreendentemente sutis no teto, por exemplo, estão perfeitamente integrados à textura e à cor do gesso. Da mesma forma, a luz se projeta por aberturas e orifícios e não por instalações visíveis. E as luminárias que estão à vista são ligadas às saídas que também estão integradas ao acabamento de gesso.

Tudo isso parece ser ao mesmo tempo a confirmação de uma das crenças há muito mantidas de McInerney sobre design: “A arquitetura é feita por muitas partes únicas, que devem ser unidas.” “É tão simples”, afirma, “por que demorou tanto tempo para ser feito?”

 

Fonte: UOL

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Apartamento pequeno. Como decorar?

Entrar nesse apartamento de 85 m², localizado em Campinas (SP), é como desvendar uma caixinha de surpresas: do hall de entrada, com sua iluminação baixa e direcionada, até amoderna sala de jantar, que divide espaço com sofá e cozinha. O projeto tinha como objetivo otimizar os ambientes, ousar, colorir e criar algo diferenciado. “A maior preocupação era transformar os pequenos espaços em funcionais e, ainda assim, conseguir aconchego, boa circulação, sem a sensação de confinamento”, explicam as arquitetas Raquel Gaiolla e Renata Ferrão, da RR Ateliê de Arquitetura, responsáveis pelo projeto.

A proposta era uma casa que fosse palco da vida tranquila de uma família recém-formada, um jovem casal e a filha de três anos. “Eles sonhavam com a possibilidade de ter um lugar com a cara deles. Permitiram que fizéssemos do apartamento um local muito agradável e familiar, com a cara que eles tanto queriam, mas nem imaginavam como seria”, finalizam as profissionais. Confira o resultado a seguir e copie os truques para aproveitar bem cada cantinho do apartamento pequeno:

Apartamento pequeno, hall

A iluminação indireta dá efeito ao hall e à sala. “Quadros compõem o jantar, enquanto objetos fazem a decoração da entrada”, explicam as profissionais. A passagem foi feita com gesso, papel de parede e MDF madeirado (compondo o acabamento da parte de baixo)
Dica: As cadeiras transparentes alongam o ambiente, combinam com o lustre pendente e contribuem para evidenciar a mesa vermelha, de MDF e madeira laqueada.

EstanteCom 18,73 m², a sala delimita diferentes ambientes, sem perder espaço. O hall de entrada contribui para a estética e é funcional ao abrigar chaves, livros e papéis. Mesa de jantar, área de TV e cozinha estão aliados harmoniosamente.

SofáO sofá de suede tem encosto retrátil, permitindo maior conforto na hora de assistir a um filminho. A estante segue o padrão da marcenaria e ganha destaque com a porta de espelho, que camufla livros, documentos e ainda agrega charme ao décor proposto.

Mescla de estilos

Mescla de estilos: nada de senso comum por aqui. Vale mesa vermelha, cadeira de acrílico e sofá verde. “A ideia foi trabalhar o contemporâneo. A cor da mesa e do aparador foram pontos centrais. O papel de parede dá o ar mais sofisticado, junto ao xale da cortina”, detalham as profissionais.
Efeito cênico
Para a iluminação, existem dois pontos de destaque: do hall até a mesa de jantar, um complemento de gesso emoldura a parede e cria uma iluminação indireta para os momentos mais relaxantes. E, no balcão da cozinha, pendentes separam os ambientes. “Além disso, investimos ao colocarmos uma luminária para compor com a mesa de jantar. Para o living, um plafon, e, na cozinha e na lavanderia, iluminação geral”, explica a dupla de arquitetas.

cozinha

A cozinha de 6,10 m² é toda de MDF e ganha vida com o granito colocado na pia e no balcão que divide a sala, tudo criado pelas profissionais para dar estilo às áreas que se fundem. Aqui é possível sentar-se no balcão e conversar com quem cozinha, ao mesmo tempo em que assiste a TV, ou toma um drinque. Esse é um espaço que preza pela praticidade e pela interação dos moradores e visitantes.

As pastilhas são mais uma dica do RR Ateliê de Arquitetura. “As cores mais amareladas dão o toque de contraste, mas em uma composição bem discreta”, argumentam as sócias do escritório.

Integração sala e cozinha

A sala divide espaço com a cozinha, garantindo mais funcionalidade ao projeto. “O móvel criado separa os espaços e agrega detalhes de decoração, gavetas e portas para guardar utensílios, o que trouxe um toque de sofisticação”, explica Raquel. Vinhos também podem ser guardados ali, dando origem à uma adega. As luminárias pendentes são parte do projeto de iluminação, que corresponde ao estilo atual do apartamento e ajuda na hora de servir ou preparar refeições.

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Dica: Na hora de fazer a integração, como nesta sala e cozinha, as profissionais aconselham: “É preciso tomar cuidado com as cores de ambos os ambientes. Elas devem ser complementares nas paredes, nos revestimentos e nos móveis. Com a cozinha aberta, o espaço deve ter aspecto de organização”. Portanto, é ideal trabalhar com detalhes, balcão de divisa, iluminação… Tudo composto com muito equilíbrio!

quarto com tv escondida

Uma das ideias que gerou praticidade foi colocar a TV dentro do guarda-roupa. “Ele abriga a televisão, aproveitando cada espaço, já que o quarto não tem muitas possibilidades para colocar armário”, explica Raquel.
Dica: O armário ao lado da cama possui um nicho que funciona como criado mudo, otimizando o espaço.

quarto da criança

O quarto da mascote da família é delicado e personalizado. Pensado para que pudesse continuar sendo usado pela menina mesmo quando mais velha, tem boas ideias, como a parede texturizada, os nichos e o contraste do papel de parede listrado. A mistura de bolas e listras quebra um pouco a monotonia do quarto. “Apesar de não ter um tema, elas são o ponto chave do projeto e criam um ambiente infantil muito gracioso”, destacam Raquel e Renata. O pendente em meia-lua compõe com o tema de bolas do restante do quarto.

 

O painel na lateral da cama, de MDF laqueado, faz o papel lúdico da área de dormir. “A meia parede, com nichos, em formato de bola, para colocar os bichinhos de pelúcia, forma a cabeceira da cama e une o espaço de brincar”, detalham Raquel e Renata.

quarto de hóspedes e escritório

Esse cômodo de 8,38 m² foi mais uma vontade do casal jovem, que adora receber. Em uma mistura de escritório com quarto de hóspedes, ele acumulou funções e tem como um dos pontos principais da decoração as diversas fotos da filha.

Fonte: Portal Decoração

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Piso de madeira: trocar ou restaurar?

Antes de decidir, analise aspectos como qualidade, espessura e estado do revestimento

Quem escolhe usar madeira nos pisos da casa logo se inquieta com o surgimento de manchas, trincas e riscos. O problema se torna mais crítico com o passar do tempo, e a dúvida sobre trocar ou restaurar se concretiza. Responder esta questão depende principalmente de aspectos como qualidade, espessura e estado da madeira. “Vale a pena investir em uma raspagem quando o material for de boa qualidade, já que madeiras de lei possuem estética e valores diferenciados”, diz Wladimir Franco, diretor comercial da Vitrine by Casa Fortaleza.

DivulgaçãoO processo de raspagem renova o visual do piso, mas exige espessura mínima de dois centímetros

O processo de raspagem renova o visual do piso, mas exige espessura mínima de dois centímetros – Divulgação

O método da raspagem exige que o revestimento tenha, no mínimo, dois centímetros de espessura. Tamanha restrição se deve porque, durante o tratamento, o piso será raspado por igual e, se estiver muito desgastado, a possibilidade do contrapiso aparecer aumenta. Desse modo, caso a madeira maciça tenha sofrido três restaurações, o processo ficará inviável. O cuidado deve ser ainda maior em pisos de menor resistência , já que aguentam somente duas manutenções.

A raspagem desaparece com os riscos e, a aplicação de novas camadas de verniz renova o visual. Revestimentos em madeira costumam durar, em ambientes de circulação média de pessoas, cerca de 10 anos. Após o tratamento com verniz, seu tempo de vida é reestabelecido. Outra vantagem do processo é a conservação da história da casa, uma vez que madeiras de boa qualidade ganham status de raras e valorizam o imóvel.

Fazer uma análise do custo x benefício antes de optar pela restauração do material também é importante. O preço da instalação dos pisos de madeira varia conforme o modelo (taco, taco palito e assoalho) e a qualidade. O metro quadrado das madeiras mais resistentes (como ipê, jatobá e cumaru) custa, em média, R$ 300; já o das intermediárias (peroba e tauari) tem custo de R$ 260, e o das macias (amêndula, eucalipto e teca) gira em torno de R$ 220.

O piso de madeira em peroba tem resistência intermediária e suporta o processo de raspagem - Divulgação

O piso de madeira em peroba tem resistência intermediária e suporta o processo de raspagem – Divulgação


É também nesse momento que a raspagem se torna vantajosa , além do aspecto de preservação de árvores, pois seu valor médio é de R$ 50 (por metro quadrado). Um dos inconvenientes do tratamento é a necessidade de aguardar até 30 dias para ficar pronto. Alguns pisos com estética de madeira (estruturados e laminados), no entanto, não suportam raspagens e, quando gastos, devem ser substituídos.

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Os estruturados possuem somente uma camada de quatro milímetros de madeira nobre, sendo o restante material reflorestado, e custam R$ 180 (o m²). Os laminados são ainda mais baratos e seu metro quadrado chega a R$ 60. Uma saída intermediária para quem deseja apostar no visual de madeira , sem gastar muito com manutenção, é investir em pisos de linha pronta. A vantagem desta opção – vendida por R$ 290 (o m²) – é substituir somente as peças danificadas, uma vez que o verniz já vem aplicado. “O aspecto negativo é que, muitas vezes, a nova peça acaba apresentando coloração diferente da do conjunto”, afirma Dimas Donizete, presidente da IndusParquet.

Veja ainda como preservar a beleza dos pisos de madeira por mais tempo:

  • Evite usar saltos finos em locais com madeira macia, pois acabam deixando marcas irreversíveis;
  • Envolva os pés de móveis e rodízios de cadeiras com capas de gel para não riscarem o piso;
  • Faça uma aplicação de verniz a cada 15 dias, garantindo melhor acabamento estético;
  • Limpe o revestimento com uma vassoura de cerdas macias e um pano úmido bem torcido;
  • Deixe um capacho na entrada da porta para reter grãos de areia vindos da rua;
  • Não arraste os móveis pela casa;
  • Tenha cuidado com líquidos derramados sobre o piso. Seque rapidamente;
  • Evite usar produtos químicos como alvejantes e detergentes, porque desgastam o verniz do material;
  • Se possível, modere a intensidade dos raios solares sobre o piso, evitando deformações físicas na madeira e alterações de cor.

(*) Preços apurados em janeiro de 2013

 

Fonte: IG/ Delas

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