Dicas para economizar na reforma

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Quando se fala em reformar a casa, a primeira palavra que vem à cabeça é “despesa”. Por esse motivo, muitas vezes o sonho é adiado. Mas essa missão não precisa comprometer o seu orçamento, e os resultados podem ser surpreendentes se você se planejar! A seguir, confira as dicas da arquiteta Isabela Ramos, da Sustentech.
Pense primeiro no que é mais urgente: “Caso a verba esteja apertada, estabeleça prioridades e comece pelo que for fundamental”, propõe Isabela. Se forem pequenos reparos, a arquiteta lembra que você pode economizar reciclando e transformando coisas que já possui.

Casa ou apartamento?

A grande diferença entre reforma em casa e em apartamento é a existência de área externa, que pode exigir um investimento maior. Casas têm telhado, fachada, jardim etc. Já em um apartamento, a obra fica limitada aos cômodos, já que as reformas do lado de fora são  divididas entre os condôminos.

Myx Imóveis, dicas de reforma

Primeiros passos

Independentemente do tamanho da mudança que você deseja fazer, é sempre importante contar com um especialista do setor. Se a reforma abrange a parte elétrica, hidráulica ou estrutural, a contratação de um arquiteto e de um engenheiro é fundamental. Comece pelo primeiro, que irá auxiliar a selecionar os demais profissionais, como pintores, pedreiros e eletricistas. Ele também vai ajudar a determinar a necessidade ou não de um engenheiro. “Fique atento, pois modificações feitas de forma incorreta podem comprometer a estrutura do imóvel”, alerta Isabela.
Outra função do arquiteto – responsável técnico – é verificar as normas e as exigências específicas para a sua obra, bem como as aprovações indicadas para a correta execução dela. “Para grandes reformas em casas, por exemplo, alguma modificação na fachada, na área construída ou na cobertura, a liberação da prefeitura pode ser necessária”, comenta a especialista.
No caso de alterações significativas em apartamentos, verifique as normas específicas do condomínio. A arquiteta também recomenda: “É sempre bom comunicar a reforma ao síndico para evitar futuros problemas. Modificações de paredes precisam da avaliação de um profissional. Transformações indevidas podem prejudicar a estrutura do prédio e, principalmente, dos apartamentos vizinhos”.
O próximo passo é planejar. Faça uma planilha e ordene por prioridade tudo o que você pretende reformar. Em seguida, faça um levantamento dos custos e obtenha pelo menos três orçamentos diferentes. No começo do ano, a maioria das lojas faz liquidações, o que possibilita conseguir ótimos preços para sua reforma. “Se for possível, economize no fim do ano para aproveitar as ofertas”, comenta Isabela. Ela também lembra que é necessário se precaver: “Tenha sempre uma reserva para consertos de emergência, como uma infiltração que surgiu ou um piso que quebrou”.
A família não precisa desistir se o plano for realizar pequenas tarefas, como troca de piso, mobiliário e pinturas, nem quando a parte estrutural é envolvida. O ideal é sair de casa por um tempo. Mas se as pessoas não puderem ser remanejadas, a solução recomendada por Isabela é a reforma em etapas: “Priorizando horários em que a família não está, bem como um ambiente de cada vez, não haverá tanto impacto na rotina”.

Materiais de construção: como escolher os melhores

A oferta de tintas é bem variada, com opções de cores, texturas e finalidades. Para acertar na escolha, fique atento a algumas informações. “Muitos solventes possuem o Composto Orgânico Volátil (COV), que pode ser tóxico dependendo da concentração do componente. Esse elemento é o principal responsável pelo cheiro incômodo presente em algumas tintas”, explica a arquiteta. Por isso, priorize os produtos à base de água, que possuem baixo conteúdo de solvente com COV ou até mesmo que não apresentam a substância. A partir dessa primeira seleção, as tintas que possuem secagem rápida são uma boa alternativa, pois contribuirão para economizar tempo.
A dica de Isabela para eleger a melhor tinta vale inclusive para outros itens: “O mesmo critério deve ser utilizado para materiais como adesivos e colas de piso, que podem também apresentar COVs em sua composição”. Na compra de madeiras, verifique se o fornecedor possui a FSC (Forest Stewardship Council). Essa certificação florestal busca garantir o uso adequado dos recursos naturais e evitar a exploração predatória das florestas.
“Os metais sanitários (torneiras, válvulas etc.) economizadores, além de diminuírem o consumo de um recurso natural, irão ajudar a reduzir os custos de água”, sugere Isabela. Em relação à iluminação, opte por lâmpadas fluorescentes ou LEDs de baixo consumo para pagar menos na sua conta de energia elétrica.
Se possível, considere fatores como a sustentabilidade e a preservação ambiental, utilizando produtos com conteúdo reciclado – carpetes, mobiliários, revestimentos etc.
A melhor época do ano para reformar varia conforme alguns aspectos:

  • Em áreas externas, faça em períodos menos chuvosos, com clima mais estável.
  • No fim do ano, entre novembro e dezembro, é comum haver uma alta nos preços, e os fornecedores não costumam fazer promoções, Em janeiro, além das promoções de materiais e produtos, é possível conseguir melhores preços em mão de obra. Afinal, há uma busca significativa por trabalhos para compensar os gastos do fim ano.

Agora, você já sabe por onde começar. Com essas dicas, sua reforma tão sonhada está mais perto de ser concretizada. Então, ideias na cabeça e mãos à obra!

 

Fonte: Portal Vital

 

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Casos de superstição explícita antes da compra ou até mesmo do aluguel de um imóvel

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Quem está em busca de um imóvel, seja para comprar ou alugar, sabe que o negócio, quando fechado, é uma espécie de divisor de águas. Pois há gente que, diante dessa nova fase da vida, recorre à numerologia, consulta gurus espirituais e faz até promessa. Todos os esforços são válidos, segundo a médica que desfez uma compra ao constatar que o número do imóvel era sinônimo de mau presságio ou o arquiteto que só fechou o negócio depois de checar a fase da lua. O importante, dizem eles, é atrair boa sorte e afastar o olho gordo.

Há quem acredite que a simples soma do número da casa ou do apartamento pode dar pistas sobre a energia que paira sobre o lugar. Depois de fechar o negócio – a compra de um imóvel de número 509 -, a médica Adriana Borges se deparou com a má sorte imposta pelo resultado da combinação dos números. O jeito foi recorrer ao corretor Leonardo Vaisman, para trocar a unidade.

“Não me surpreendo mais com nada: já deixei de vender um imóvel para uma senhora porque a vizinha de frente tinha um gato preto”, diz o corretor.

E se os indianos costumam consultar os astros antes de comprar um imóvel ou fechar um negócio, o brasileiro Antônio Luiz Messeder recorre às fases da lua. Em busca de um inquilino para a sua sala comercial, o arquiteto e urbanista pediu ao corretor que retirasse o imóvel da carteira de vendas da imobiliária durante a lua minguante:

“A lua tem uma influência muito grande em nosso cotidiano, mas esse conhecimento caiu no esquecimento. Não faço ou inicio qualquer negócio na lua minguante, pois a energia não é boa. O mais indicado é começar qualquer projeto na lua crescente.”

Já o militar Luciano Rokenbach e sua mulher fizeram pesquisas, antes de comprar o primeiro apartamento, para saber qual era a influência dos números na moradia.

“Encontramos um imóvel de número 708, cuja soma (7+8) dá 15. Somando novamente (1+5) temos 6, um excelente número para quem gosta da vida em família, ideal para quem está começando uma vida a dois, como nós”, conta Rokenbach.

Especializada em imóveis de alto luxo, a diretora da Central Imóvel, Bianca Carvalho, recorda alguns casos que deixaram surpresos os corretores. Um deles foi o de um cliente que estava em busca de um imóvel no Leblon.

“Encontramos um apartamento que atendia a todas as suas necessidades, mas ao ser informado de que o imóvel ficava na Rua Cupertino Durão, ele não quis nem ver. Alegou que, como o nome da rua remetia à dureza e pobreza, seria um mau presságio”, conta Bianca.

Ainda segundo Bianca, um outro cliente, empresário bem-sucedido, desistiu de comprar um imóvel de cifras milionárias porque seu guru espiritual o desaconselhou a morar num prédio cuja fachada, de pedra, era da cor marrom:

“O argumento foi que pedra de tal cor absorve e retém energias negativas.”

Uma crença popular, por sua vez, dá conta que São Pedro, padroeiro dos pescadores, seria ainda uma espécie de “porteiro divino”. Guardaria não só as chaves do céu, como abriria as portas para quem, aqui embaixo, sonha com a casa própria ou pede harmonia para o lar. Sendo assim, costuma ser reverenciado, todo dia 29 de junho, por gente como a aposentada Ana Maria Gonçalves, que deixou uma chave de cera na imagem do santo, em agradecimento. É que, há dois anos, ela tentava comprar uma casa, mas a documentação estava muito enrolada:

“No dia de São de Pedro, consegui assinar o contrato e receber as chaves.”

E até mesmo quem já teve a oportunidade de morar no exterior, como o estudante Rafael Carvalho, se deparou com superstições levadas bem a sério. Na China, conta ele, o número quatro não é bem-vindo. O motivo está na pronúncia da palavra, que soa semelhante ao da palavra morte. Por via das dúvidas, os apartamentos que ficam no quarto andar costumam ser mais baratos. Ainda assim é difícil encontrar compradores:

“Alguns prédios sequer têm o andar, incluindo o 14º, o 24º…”

FILOSOFIA CHINESA E ATÉ O MOTIVO DA VENDA PESAM NA ESCOLHA DO IMÓVEL – Há quem fuja até de imóveis que são postos à venda por viúvas ou casais à beira da separação. É gente que teme que o marido da proprietária tenha morrido na casa ou que o imóvel venha sendo usado como arena. Dono da Fonte Imobiliária, no mercado há 20 anos, Sidney Matos conta que é muito comum encontrar jovens recém-casados que, antes de comprar um imóvel usado, pedem informações específicas sobre os proprietários:

“Se eles descobrirem que os moradores atuais estão vendendo o imóvel porque estão se separando, eles não compram de jeito nenhum. Em geral, acham que o astral ruim pode influenciar.”

No entanto, a história mais curiosa vivida por Matos aconteceu em 2002, durante a negociação de um imóvel de luxo, em São Conrado, cujo valor beirava os US$3 milhões.

“Na ocasião, a esposa de um senador, já falecido, ficou apaixonada pelo imóvel. No dia marcado para o recebimento do sinal, a proprietária desejou sorte aos futuros moradores e comentou que tinha sido muito feliz ali. Tão feliz que, quando o marido morreu, dormindo, ela o deixou na cama por três dias porque não tinha coragem de retirá-lo do apartamento. O negócio foi desfeito na hora e fiquei sem a comissão com a qual já estava sonhando há dias.”

Diretora da Central Imóvel, Bianca Carvalho lembra de um cliente que só acertou a compra de um imóvel após constatar que a planta – incluindo as posições de janelas e portas – estava 100% de acordo com os preceitos do feng shui.

Esse não foi o caso da empresária Sonia Acatauassu ao comprar um imóvel herdado pelo irmão. Na ocasião, ela não se preocupou em “avaliar” a planta do apartamento, mas assim que se mudou, conta que percebeu algo estranho:

“O apartamento tinha uma energia pesada, as visitas sequer conseguiam ficar muito tempo nele. A reviravolta aconteceu depois que todo o imóvel foi redecorado segundo o feng shui”, conta.

Para a arquiteta Emmília Cardoso, especialista em feng shui, não há motivos para desistir da compra de um imóvel caso a planta não esteja de acordo com a filosofia.

“Existem recursos para todos os “problemas” da construção. Na hora da compra, o melhor é avaliar aspectos como a localização e a estrutura”, aconselha Emília.

Fonte: ZAP

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Conheça os dez erros mais comuns de decoração

É preciso verificar se o móvel é apropriado para o ambiente, se o tapete está ornando com a decoração e se os fios estão bem organizados, segundo especialistas

Decorar uma casa não é tarefa fácil, tanto que existem profissionais especializados em tornar este trabalho menos árduo. Mas se você pretende apostar nos seus conhecimentos sobre o assunto, confira quais são os dez itens que podem arruinar um ambiente, segundo decoradores de interiores.

“Antes de optar pelo designer, não deixe de pensar na funcionalidade de móveis, eletrodomésticos e objetos decorativos”, disse designer de interiores Sandra Croppo.

1) Flores artificiais – Em geral, flores artificiais aparentam ser de mentira. Flores naturais são caras, sensíveis e estragam rápido. Uma solução para este impasse é optar por espécies de baixa manutenção plantadas em vasos. Elas ficam bonitas por boa parte do ano e, com sorte, você terá flores desabrochando na primavera.

2) Estilos diferentes – Normalmente, o excesso de objetos tende a dar a impressão que você não sabe de fato aquilo que gosta e aumenta a chance de exibir peças não tão legais assim. Faça uma edição em suas coleções e tente guardar itens que você já não gosta mais.

3) Invista nas cores – Como já foi tratado em muitas de nossas reportagens, ambientes decorados apenas com cores neutras podem ser elegantes, mas as chances de que eles sejam tediosos também aumentam. As cores certas podem transformar um ambiente e se der errado você sempre pode pintar com uma nova tonalidade por cima.

4) Tamanho dos móveis – Fique atento no tamanho do mobiliário que você escolhe para a sua casa. Evite móveis grandes, porque reduz a circulação das pessoas e o cômodo tende a parecer menor. Mesma coisa para o excesso de móveis ou uma má distribuição deles. Para evitar, nunca esqueça de medir os móveis na loja e testar em casa com fita adesiva. Para acertar na disposição, vale se inspirar em ambientes semelhantes aos que você tem em casa em sites e revistas.

5) Móveis desconfortáveis – Antes de comprar camas, cadeiras, poltronas e sofás, tenha em mente que por mais lindos que eles sejam, serão móveis onde você deverá usar em seus momentos de relaxamento. Ou seja, eles devem ser extremamente confortáveis. Antes de levar, teste bastante, procure a opinião de quem possui móveis similares.

6) Tapetes – O tapete deve ter tamanho suficiente para delimitar e definir áreas dentro de um ambiente. Ele não pode ficar ilhado entre sofás, atrapalhar a movimentação de cadeiras ou tampar toda a área disponível do piso. Lembre-se, ele é um tapete, não um carpete.

7) Moda – É preciso ter muita cautela com itens que viram febre em determinada época. Em muitos casos, a moda vai passar e o objeto passa a ter uma posição ruim dentro da decoração. Por isso, vale tomar cuidado om modismos na hora de comprar itens mais duráveis como iluminação, acabamento, louças e móveis.

8) Bagunça à vista – Desorganização pode estragar todo o trabalho que você teve para escolher móveis, acabamentos e itens para casa. Invista em organizadores, armários, estantes e espaços de armazenamento para tirar a bagunça do alcance dos olhos.

9) Presentes – Por mais que a intenção tenha sido boa, aquele presente que você odeia e só mantém por educação não fazem nada por você. Repasse o presente, venda ou doe para a caridade. A sua casa deve ser um espaço para abrigar as coisas que você gosta e que tem a ver com você.

10) Fios – Onde há um emaranhado de fios, há uma decoração com o potencial de ser melhorada. Se o móvel não tem valor inestimável, vale providenciar uma furação para não deixar os cabos à vista. Para organizar cabos que dificilmente são acessados, compre ganchos para direcioná-los pela parede. Para cabos que são acessados ocasionalmente, organizadores disponíveis em vários materiais como plástico já amenizam o problema. Para organizar cabos acessíveis o tempo todo, organizadores de velcro dão conta do recado.

 

Fonte: ZAP

 

 

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Como pendurar quadros na parede de um jeito bonito?

É possível fazer vários tipos de arranjos de quadros na parede. Embora não exista regras fixas, nesta reportagem você tem algumas dicas para ter um conjunto harmônico.

Arranjos de quadros em forma de retângulo

Uma fórmula convencional, mas sem erros, prevê um quadro maior no centro e outros dispostos simetricamente ao redor, formando um grande retângulo. No entanto, como lembra o arquiteto Gustavo Calazans: “É mais difícil termos obras de tamanhos iguais, a não ser que sejam parte de uma série ou façamos molduras de mesmo tamanho para trabalhos de medidas diferentes. Quando você tem essa situação, fica lindo”.

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Arranjos de quadros sem sair do quadrado

Do mesmo modo que a composição acima, esta pede várias molduras de mesmo tamanho para ficar rigorosamente no esquema, o que não é obrigatório. A arquiteta Roberta Martins sugere uma estratégia para quem quer uma montagem correta, mas com algo fora do usual: dispôr, entre os quadros, outras formas de arte, como uma escultura. “Também é possível deixar um espaço em branco dentro do retângulo ou do quadrado”, ensina.

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Arranjos de quadros com distribuição em dois eixos

Este é o esquema do arranjo do arquiteto Gustavo Calazans visto anteriormente na reportagem. Foram definidos dois eixos – horizontal e vertical – e, com base neles, os quadros se alinharam. Com isso, a composição ficou harmônica mesmo com obras de tamanhos e formatos diferentes. Esse recurso merece uma observação: “Usei trabalhos de visual similar, o que não tira a importância de nenhum deles nem cria hierarquias”, afirma Gustavo.

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Arranjos de quadroscom montagem mais solta

Neste exemplo, uma faixa horizontal define a colocação de seis quadros. Eles estão alinhados somente na parte inferior. Em cada lateral, um quadro de tamanho diferente torna o agrupamento menos comportado. “A criação de eixos é um ótimo ponto de partida para organizar as obras na parede. Feito isso, fica mais fácil sair da linha”, analisa o arquiteto Marcos Marcelino.

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David Bastos

Fotos e telas tomam o espelho

Obras praticamente grudadas umas às outras, cobrindo a parede do piso ao teto e instaladas sobre um grande espelho: tudo foge do convencional no jeito como o arquiteto baiano David Bastos organiza os quadros em seu apartamento, em São Paulo. A composição começou pela tela de Daniel Senise, centralizada a partir do teto. Com o tempo, mais obras se somaram a ela, como o díptico de fotos de Mario Cravo Neto que retrata uma praia. Outro grupo de fotos preenche a área à direita do quadro central. Na lateral do sofá (acima), fca o díptico de Flávio Freitas.

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A empresa Ativa.com Vidros, de Diadema, SP, instalou o espelho, cortado em módulos e colado sobre um painel de MDF. Depois, fez o cuidadoso trabalho de perfurar o vidro para a colocação das obras de arte, da Galeria Paulo Darzé, de Salvador. Tapete da Rug Revolution. Projeto de David Bastos
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Dois quadros de mesmo tamanho ocupam o pé direito todo da sala. Projeto de David Bastos.
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Bruno Batistela e Iraima Castro

Supresa no mix de molduras

Nesta sala de jantar ultracontemporânea, Bruno Batistela e Iraima Castro, da Kwartet Arquitetura, criaram uma composição que respeita um eixo central. De um lado dessa linha imaginária, está a obra principal do conjunto, o grafte Anônima, de Pas Schaefer. “Ela fcaria perdida sozinha”, diz Bruno. Para acompanhá-la, vieram trabalhos mais neutros: a pintura de Newman Schutze e, abaixo dela, a gravura O Grito, de Luis Felipe Volpi. Se o arranjo é comportado, a ousadia aparece na mistura das molduras preta, branca e dourada.

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Os artistas Pas Schaefer e Luiz Felipe Volpi são representados pela galeria Ponder 70 e a obra de Newman Schutze foi comprada na Almavera. Na bancada, dois trabalhos apenas recostados podem mudar de lugar se necessário. Luminária desenvolvida pela Reka. Projeto Bruno Batistela e Iraima Castro.
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Regina Kato

Acervo cheio de histórias

A sugestão veio da designer e empresária Regina Kato, quando viu que a coleção de quadros do namorado – o médico homeopata Milton Ungierowicz – fcava salpicada sem muito critério pelas paredes do apartamento, na Zona Sul carioca. “Disse que ele poderia agrupar tudo numa composição, criando uma textura bacana na sala de estar”, conta Regina. Milton topou e ela levou uma tarde inteira para montar o conjunto, com telas mais simples, de valor afetivo, e outras assinadas por artistas reconhecidos. “A graça está nessa mistura”, afrma a designer.

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Comprada em Búzios, RJ, a tela que mostra o casario de Parati não tem assinatura. As três telas à direita, no alto, são de Zaven Paré. Tapeçaria central de Valéria Cavalcanti e pintura com peixes do circuito das artes do Jardim Botânico. Sofá e poltrona de Fernando Jaeger. Projeto de Regina Kato
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Gustavo Calazans

Vermelho valoriza o arranjo

Ao organizar a grande coleção de arte da moradora deste apartamento paulistano, o arquiteto Gustavo Calazans destinou parte dela a uma parede que ele pintou de vermelho, ressaltando os quadros. As obras foram separadas por cor: de um lado fcaram as neutras e do outro as mais vibrantes. “Fiz o que não se faz quando se trata de arte”, diz, brincando. Em vez de um grande arranjo central, Gustavo optou por dois blocos distintos e assimétricos, dispostos em forma de cruz, o que dá brecha a futuras aquisições.

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O vermelho (Sherwin-Williams, ref. 6321) dá unidade aos dois blocos de obras. No da direita, ficam telas de Antonio Lizárraga e Marco Gianotti e uma foto de Thyago Nogueira. À esquerda, há novamente Lizárraga e Thyago, mais Laura Vinci e Alfredo Tostes. Projeto de Gustavo Calazans
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Roberta Martins e Marcos Marcelino

Preto e branco em equilíbrio

Há um móvel a delimitar a área da composição pensada pelos arquitetos Roberta Martins e Marcos Marcelino – ela não ultrapassa as laterais do aparador da sala de jantar. A distribuição das obras começou de forma mais rígida, pelas três peças com molduras pretas, à direita, dispostas num retângulo. “Elas compõem um arranjo fechado dentro de outro mais solto”, explica Marcos. Pode reparar: o lado esquerdo do conjunto sai desse alinhamento inicial e ganha ares mais leves graças ao domínio da foto de Steve Miller, com moldura clara.

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Uma reprodução da tela Os Retirantes, de Candido Portinari, no tamanho 10 x 10 cm, coroa o conjunto montado por Roberta Martins e Marcos Marcelino, que traz ainda duas serigrafias de insetos compradas numa loja em Paris e fotografias de Fernando Laszlo (no alto) e Martjin Crowe.
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João Mansur

Em busca de simetria

As páginas de um livro sagrado japonês do século 19 ocupam uma das paredes deste apartamento paulistano. Autor do projeto, o arquiteto João Mansur propôs um alinhamento rente ao teto e a um batente de porta. No centro do conjunto, criou um ponto de interesse com o armário inglês antigo. “Segui a regra de respeitar a linha do olhar, situada aproximadamente 1,60 m acima do piso e no meio do arranjo”, diz. Não fossem os espelhos de luz, à direita, a composição seria totalmente simétrica. “Afnal, é uma característica do meu trabalho.”

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João Mansur entregou as páginas do livro, encontrado pelo morador em um antiquário de Nova York, à Artecor Homewear, que usou molduras de 20 x 25 cm de alumínio anodizado preto. Na montagem, foi colocada uma proteção contra mofo e umidade atrás de cada folha.

Fonte: casa.abril.com.br

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