Casa dos Monstros faz sucesso no Dia das Bruxas em Santos.

Casa Monstro - Santos

Casal montou capricho na decoração para o Dia das Bruxas (Foto: Irene Bispo/Arquivo Pessoal)

 

Um casal transformou toda a decoração da casa para uma festa de Halloween aqui em Santos. Todo o ambiente recebeu cenários de filmes de terror, esqueletos, fantasmas, bruxas e efeitos especiais que aumentam o clima sombrio da data.  Os vizinhos já começaram a chamar o lugar de ‘Casa dos Monstros’.

A artesã Irene Bispo costuma fazer decorações para festas e, há algum tempo, teve a ideia de transformar a própria casa, localizada no bairro Jardim Manoel, para receber os amigos e fazer grandes comemorações.  O ponto virou sinônimo de diversão principalmente em dias de festas temáticas, como no Halloween. Os convidados vão fantasiados, cada um traz um prato de doce ou salgado e todos vão a festa na rua que é fechada só para aquela noite especial.

Tema deste ano foi baseada no filme Piratas do Caribe (Foto: Irene Bispo/Arquivo Pessoal)
Tema deste ano foi baseada no filme Piratas do Caribe (Foto: Irene Bispo/Arquivo Pessoal)

A decoração fica por conta do casal, que se prepara durante semanas para o grande dia. Irene e o marido é que fazem os enfeites, montam cenários de bruxos com grandes caldeirões, esqueletos, fantasmas, monstros e uma grande variedade de personagens relacionado ao dia das bruxas. O casal deixa a casa aterrorizante por dentro e por fora. “Uma semana antes a gente já começa a arrumar a casa toda. A gente pega muitas fotos dos Estados Unidos e se baseia em personagens de filmes de terror e vamos adaptando. É tudo artesanal”, conta ela, que aproveitou para reciclar o material usado na última festa. O tema escolhido neste ano foi Piratas do Caribe. Por isso, além das tradicionais bruxas e vampiros, os esqueletos de piratas e monstros diferentes ganharam espaço na decoração.

Os moradores do bairro passam curiosos em frente a casa dela. “No ano passado, eles chamaram de A Casa das Bruxas. Nesse ano é a ‘Casa dos Monstros’”, falou Irene. De noite, muitos vizinhos, principalmente crianças, costumam tirar fotos no local e olhar toda a decoração nos mínimos detalhes.

Detalhe da decoração da Casa Monstro (Foto: Emanuel Leite/Arquivo Pessoal)Detalhe da decoração da Casa Monstro (Foto: Emanuel Leite/Arquivo Pessoal)

A sogra de Emanuel Leite, de 48 anos, mora perto da casa. Ele passou pelo local e achou muito legal a ideia de Irene. Inúmeras pessoas estão indo até a casa para ver a decoração e os preparativos para essa festa. “Só vi uma decoração assim nos Estados Unidos. Eu nunca vi isso no Brasil. É tão realista que chama a atenção mesmo”, falou. Ele também aproveitou o momento que estava admirando a decoração para tirar várias fotos e mostrar para os outros colegas. Para ele, é um trabalho muito bacana que tem que ser valorizado. “Ela montou um cemitério lá na frente. A frente da casa se transformou. Tá de assustar”, disse ele.

 

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Irene e o marido estão acabando de enfeitar o lado de dentro da casa e finalizando os últimos detalhes para a grande festa, que acontecerá no próximo sábado (2). ”Dá muito trabalho, mas eu adoro o que faço. Minha filha também adora. A gente se diverte pra caramba dando susto. É muito legal. Já virou tradição”, finaliza Irene.

Cabeças de monstros fazem parte da decoração (Foto: Irene Bispo/Arquivo Pessoal)Cabeças de monstros fazem parte da decoração (Foto: Irene Bispo/Arquivo Pessoal)
Fonte: G1/Santos e região

Aprenda a consultar o seu FGTS online.

Consulte o FGTS online

Se você está planejando usar o dinheiro do seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para comprar um imóvel, há uma forma simples de verificar quanto você tem no fundo. A consulta ao saldo, aos depósitos feitos pelo empregador e até a atualização de endereço para receber os extratos do FGTS em casa pode ser feita online e gratuitamente no site da Caixa.

Basta entrar no site do banco e localizar a opção Você >Serviços Sociais >FGTS.


Ao clicar em “Extrato do FTGS”,
aparecerá uma tela em que você deverá informar o número do PIS/PASEP que consta na sua carteira de trabalho e uma senha, que pode ser cadastrada rapidamente na hora. Depois, basta informar o código de confirmação. Você verá então uma tela com todas as informações referentes ao seu fundo de garantia.

 

Você poderá então visualizar seu extrato, para verificar o saldo contido no fundo e também os depósitos do empregador. Dessa forma, é possível, por exemplo, verificar se o empregador não está faltando com os pagamentos, o que costuma ser motivo de inúmeras ações trabalhistas.

Você também pode optar por receber o extrato do seu FGTS regularmente por e-mail ou ainda atualizar seu endereço para recebê-lo em casa.

 

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O ambiente do site da Caixa onde se pode ver as informações sobre o FGTS é o mesmo onde o trabalhador pode verificar informações acerca de um eventual seguro-desemprego que deva receber. Qualquer trabalhador com carteira assinada pode ter acesso a esse ambiente online, mesmo que não seja cliente Caixa. Basta cadastrar a senha.

Recentemente, o valor do imóvel que pode ser financiado com recursos do FGTS foi elevado para 650 mil reais, sendo 750 mil reais para os estados de São Paulo e Minas Gerais, do Rio de Janeiro e o Distrito Federal. Outras regras também devem ser cumpridas, como ter no mínimo três anos sob o regime do FGTS e não possuir imóvel próprio na cidade onde reside ou trabalha. Veja os casos em que o FGTS paga seu imóvel.

 

Fonte: Exame

Os custos que você não pode esquecer ao comprar um imóvel

Apenas os itens essenciais para que seja possível morar no apartamento custam 20% do valor do imóvel - Foto: Divulgação

Gastos com acabamento custam, no mínimo, 20% do valor do imóvel; planeje-se para evitar surpresas desagradáveis

Um dos maiores erros ao comprar um apartamento na planta ocorre quando não se contabilizam os custos do acabamento do imóvel. Segundo especialistas, desconsiderando os móveis, os custos com pisos, iluminação, aquecedores, armários e outros itens que precisam estar no apartamento pelo menos para que seja possível morar nele chegam a custar, no mínimo, 20% do valor do imóvel.

Por ser um custo significativo, é importante contemplar este gasto no orçamento junto ao valor do imóvel para evitar imprevistos. Segundo Guilherme Torres, sócio-fundador do escritório de arquitetura Studio Guilherme Torres, os custos com acabamento muitas vezes não são planejados e jamais são comentados pelo vendedor na hora da compra. “Fora as parcelas, essa é a primeira questão que as pessoas deveriam pensar. Acontece que elas olham o apartamento decorado, que tem um acabamento que chega a custar 70% do valor do imóvel, e imaginam um apartamento que é completamente incompatível com o que vai ser entregue. E os vendedores jamais falam sobre os custos do acabamento”, afirma.

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Segundo Torres, 10% dos custos do acabamento seriam para o que ele chama de “kit básico” que são os itens essenciais para que o morador consiga viver no apartamento ou na casa, como com aquecimento, chuveiros, box, lâmpadas, lustres, pisos e assento da bacia sanitária.

O vice-presidente de tecnologia e qualidade do Secovi-SP e diretor técnico da Construtora Tarjab, Carlos Borges, concorda que o ideal seria planejar um gasto de, no mínimo, 20% do valor do imóvel com o acabamento, sem considerar os móveis. “Um apartamento de três dormitórios já pode ter um custo de acabamento ainda maior do que 20%, eu diria que chega até a 50%. Contando com os móveis, o acabamento pode chegar a custar quase o valor do imóvel”, diz.

Com os custos do acabamento, às vezes o desconto de um imóvel comprado na planta em relação a um imóvel pronto, já acabado, pode não compensar. Por isso, na hora de pesar qual imóvel vale mais a pena em termos de valores, é fundamental considerar estes gastos que vão além do valor do imóvel.

Torres lembra ainda que mesmo quem está comprando o imóvel como investimento, com o objetivo de alugá-lo, deve pensar no acabamento. “Você não consegue alugar um apartamento sem os itens funcionais do acabamento”, comenta.

O que as construtoras já costumam entregar

De acordo com Carlos Borges, não existe uma lei que determina quais são os itens do acabamento que as construtoras são obrigadas a entregar junto ao apartamento, mas existe um certo padrão no mercado em relação a isso. “A maioria das construtoras entrega o básico, como portas, fechaduras, pinturas, esquadrias de alumínio, mas já não costuma entregar pisos em alguns cômodos e o aquecedor”, afirma.

De forma geral, ele explica que toda a parte do acabamento mais complexa, como com pequenas obras que envolvam o uso de cimento e argamassa, são de responsabilidade das construtoras, e a parte do acabamento considerada mais simples, como piso laminado, e outros itens facilmente aplicados são de responsabilidade do consumidor. “Não há uma regra, mas há um bom senso. Não é razoável que um apartamento não tenha janela, por exemplo”, diz.

Ele explica que isto também pode variar de acordo com o estado. Segundo ele, em São Paulo, por exemplo, é comum que sejam entregues apenas os pisos dos banheiros, da cozinha e da área de serviço, mas não o piso das áreas secas, como salas e quartos. Já no Paraná, as construtoras não costumam entregar o tampo de granito da pia da cozinha. “Nos estados do Rio de Janeiro para o norte, as venezianas da janela são entregues, enquanto nos estados ao Sul do Rio não. Nós percebemos no mercado um enxugamento cada vez maior do acabamento entregue pela construtora, e um aumento de itens vendidos como opcionais”, afirma.

Como o que é entregue pode variar de acordo com o estado e na falta de regulamentação, a orientação de Borges é que os compradores sempre verifiquem o memorial descritivo do apartamento para avaliar se o que a construtora se compromete a entregar está dentro do que o mercado oferece. “Se houver dúvidas, o comprador pode fazer uma pesquisa com outras construtoras para checar se o acabamento que consta no memorial está destoando. Se estiver, será que mesmo assim vale a pena o esforço pelo preço mais baixo?”, questiona.

Que itens considerar no planejamento

O arquiteto Décio Navarro, dono do escritório Arquitetura de Ideias, explica que toda a parte do acabamento que mexe com a estrutura do apartamento e que é essencial para viver no imóvel deve ter prioridade no orçamento. “Você pode mudar sem ter onde colocar sua roupa, mas não pode mudar sem uma boa bancada na cozinha, sem o porcelanato, como pisos e azulejos, e sem aquilo que mexe com a base do apartamento, como um closet ou uma banheira de hidromassagem”, afirma.

Isto é, pisos, azulejos nas paredes, janelas da área de serviço (que podem não ser entregues por algumas construtoras), os assentos dos vasos sanitários, o aquecedor, chuveiros, box, lâmpadas e spots (estrutura que envolve a lâmpada). São exatamente estes itens que já correspondem a 20% dos gastos, conforme os especialistas indicaram.

Em seguida, segundo Navarro, entrariam na lista de prioridades a marcenaria e possíveis mudanças estruturais que o comprador queira fazer. “A marcenaria em um apartamento de 100 metros quadrados pode chegar a custar 20% do valor do apartamento. E as mudanças na base do apartamento devem ser priorizadas, uma vez que a marcenaria pode ser feita em partes”, afirma.

Os itens que têm efeito estético ou que apenas trazem mais conforto, mas não são essenciais, devem ficar no fim da lista: ar condicionado, vidros para fechar a varanda, cortinas e móveis. Este grupo de itens pode ter um custo muito variado, chegando a 50% do valor do imóvel ou mais, dependendo do padrão do acabamento.

Guilherme Torres acrescenta que é muito importante pensar em todos os itens do acabamento considerando os custos com o serviço. “Erroneamente as pessoas só fazem cotação do produto e não do serviço. Esse é o primeiro susto com os custos de acabamento, porque o valor do serviço frequentemente ultrapassa valor do item adquirido”, diz.

No site Casa.com é possível consultar os valores médios de 173 itens de construção e quanto eles custam em cada loja pesquisada.

Por fim, Decio Navarro acrescenta que consultar profissionais para planejar o acabamento do imóvel em muitos casos pode sair mais barato do que realizar o projeto por conta própria. Na Arquitetura de Ideias, o valor de um projeto que comporta toda a arquitetura interna do imóvel, que inclui desde o projeto das instalações elétricas, até decoração, varia em torno de 3% a 5% do valor do imóvel. “O profissional vai orientar todos os lugares onde o cliente pode comprar o que for preciso e a mão de obra que ele pode contratar. Muitas vezes com essa orientação, o gasto final é menor do que se o comprador fizesse o projeto sozinho”.

Fonte: Exame.com (Texto: Priscila Yazbek)

Estreia de Cinema: Meu Passado Me Condena

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Se não há novidade na origem da comédia “Meu passado me condena – o filme”, estrelada por Fábio Porchat e baseada na série homônima do canal a cabo Multishow, pelo menos as locações foram originais. O filme foi realizado praticamente dentro de um navio, com passageiros e tripulação reais e velocidade de edição quase instantânea.

Essa opção representou um trabalho hercúleo para a produtora Mariza Leão, responsável por filmes como “Vendo ou alugo” e “De pernas para o ar 2”. Afinal, juntamente com Tati Bernardi (roteiro) e Julia Rezende, sua filha (direção), ambas da série, filmou-se toda a saga do casal Fábio (Porchat) e Miá (Miá Mello) em pouco mais de 20 dias. Pior: sabendo que não poderiam voltar a gravar, caso ocorresse algum problema.

Na história, a recém-casada dupla de comediantes (como usam seus nomes reais, é fácil juntar persona e personagem) parte para um cruzeiro que chegará à Itália, sonho de Miá. Porém, o relacionamento será colocado à prova, graças ao acaso e ao plano mirabolante forjado pela dupla Suzana (Inez Viana) e Wilson (Marcelo Valle), tripulantes do navio, que veem no casal uma possibilidade de ganhar um dinheiro extra.

Durante a viagem, Miá reencontra um antigo namorado, Beto (Alejandro Claveaux), que agora é um bem-sucedido empresário. Rico, famoso e bonito, em contraste com o avarento Fábio, Beto quer Miá de volta, a despeito de seu casamento com Laura (Juliana Didone). Por sua vez, Laura é a paixão de infância de Fábio, que vê nele a possibilidade de escapar de um casamento fracassado.

 

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Com um roteiro que estimulou a improvisação dos protagonistas, a comédia romântica contou também com a sorte para ser realizada. Segundo a produtora Mariza Leão, toda a história e seu financiamento foram levantados a partir da ideia de filmar em um navio, disponibilizado por um produtor associado. Quando descobriram que a embarcação não estaria mais disponível, correram para as empresas do ramo para conseguir concluir o projeto.

Como não havia maneira de dispor de um cruzeiro para as filmagens, a solução foi realizar o filme durante uma viagem convencional, incluindo os passageiros e tripulação como coadjuvantes voluntários. Um trabalho extenuante, já que a equipe não podia mexer na programação original do percurso.

Com participação especial de Elke Maravilha e Rafael Queiroga, “Meu passado me condena” sofreu com as limitações impostas pela empreitada. Entre elas, uma edição quase simultânea às filmagens, inviabilizando novas tomadas, e o ruído do entorno, que obrigou a dublagem de várias cenas pelos próprios atores (cerca de 10 por cento, mas que na tela parecem muito mais).

O resultado é irregular, mas obviamente vale-se do timing cômico dos protagonistas como forma de compensação. Em especial de Porchat, que faz seu próprio estilo de comédia, reconhecido no projeto “Porta dos Fundos”, shows stand up e em séries de TV. A questão a ver, aí, é justamente essa atuação constante e unidimensional do ator em todas essas produções. E colar ator à personagem, como faz esta produção, não contribui nada para fazer qualquer diferenciação.

 

Fonte: G1/(Por Rodrigo Zavala, do Cineweb)
* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

VANTAGENS DE COMPRAR UM IMÓVEL COM O CORRETOR

COMPRAR UM IMÓVEL:

1) Para comprar um imóvel é preciso mesmo de um corretor?

Ao adquirir um imóvel sem a intervenção de um corretor imobiliário devidamente credenciado pelo C.R.E.C.I (conselho regional de corretores de imóveis), está descartando a experiência de um profissional que tem, como missão principal, garantir que o negócio seja efetuado de acordo com a lei vigente, com máxima segurança e transparência.

A Myx Imóveis garante um bom negócio, com idoneidade, segurança e profissionalismo.

2. Quais as vantagens em comprar um imóvel com o apoio de um corretor imobiliário?

São várias:

  • Relação atualizada e detalhada de imóveis à venda com fotos, para que a sua escolha seja bem fundamentada;
  • Acompanhamento em todo o processo;
  • A segurança que vem do conhecimento que este profissional têm do mercado.
  • A Myx Imóveis oferece a melhor assistência em todos os processos que uma aquisição ou venda de um imóvel exigem.

3. Quais os critérios para escolher o corretor imobiliário?

Com a publicidade e o marketing cada vez mais agressivos, somos bombardeados com informações que nos tentam a procurar esta ou aquela Imobiliaria. O bom senso foi sempre bom conselheiro; pedir conselho a pessoas de confiança é, sem dúvida, um critério acertado.

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VENDER UM IMÓVEL:

1. Preciso de um corretor de imóveis ou posso pôr uma placa escrito “vende“ e tentar vender sozinho?

Qualquer proprietário de um imóvel pode escolher fazer, pelos seus próprios meios, a respectiva venda. No entanto, antes de iniciar o processo de venda, deve ter em conta várias questões, como a necessidade de comprovar a seriedade do comprador, o factor risco e a necessidade de arcar com todas as responsabilidades burocráticas únidas ao processo da venda.

As vantagens de vender a sua casa por intermédio de um corretor imobiliário devidamente credenciado, entre outras, são as seguintes:

  • A sua casa irá constar nos programas da imobiliária;
  • Aparecerá também na nossa página de Internet, um local de pesquisa de referência para compradores;
  • Será exposta no painel do nosso escritório;
  • Será anunciada em jornais de grande circulação;

Além destas formas de publicitar a venda do seu imóvel, a Myx Imóveis irá desenvolver buscas na sua base de dados, na qual constam pessoas à procura de um imóvel com características semelhantes à sua casa.

2. Quanto vale a minha casa?

É praticamente impossível ter um “preço de tabela” para um imóvel, pois o seu valor depende de vários fatores, nomeadamente da avaliação oficial, do estado de conservação do imóvel, da sua localização e vizinhança, da “lei” da procura e da oferta, entre outros. Assim, o corretor da Myx Imóveis fará a diferença, levando todos estes itens em consideração chegando no valor real e de mercado do seu imóvel, de forma que o mesmo tenha um valor “atrativo“, o que atrai clientes.

Não esqueça:

  • Para comprar ou vender um imóvel, peça sempre apoio a um corretor imobiliário devidamente credenciado.
  • Quando for visitar ou for visitado por um corretor, peça a sua identificação e veja se realmente este é credenciado ao C.R.E.C.I (conselho regional de corretores de imóveis).

Transforme janelas antigas em objetos de decoração

O jornalista Mauricio Bonas tem um hobby especial: criar peças de decoração a partir de janelas e portas de demolição. Ele começou esse trabalho há alguns anos como uma brincadeira para os fins de semana, e continua sendo assim até hoje.

Ele conta que a primeira que fez foi a soma de necessidade e prazer estético. Ele encontrou uma janela gigante, de quase 2 metros de altura, em uma caçamba e, na época, precisava de um espelho para um quarto em casa.

Se for para uso em ambientes internos, é recomendado o uso de cera de carnaúba em barra, pois mantém a coloração da madeira e, ao mesmo tempo, protege contra oxidação (Foto: Mauricio Bonas)

“Ela era perfeita. Peguei da caçamba e fiz. Além de ter sido divertido, amigos e parentes começaram a me pedir coisas semelhantes. Agora, talvez porque não aguentem mais ganhar janelas espelhadas, meus amigos começaram a trazer outras pessoas interessadas nas peças. Então o hobby continua, mas também vendo as peças”, relata.

Bonas tem janelas de demolição de fazenda com 90, 100 anos. Para ele, o desenho delas e a forma como a madeira foi moldada as tornam especiais, assim como o tipo de madeira. “Já tive uma de pinho de riga, o que me parece incrível, e há ainda o toque que elas ganham com o tempo. Com um culo, a madeira é algo macio, aveludado, embora mantenha a estrutura e a força particulares”, explica. Segundo ele, há peças incríveis também mais recentes, em especial de casarões dos anos 1940 e 1950 demolidos em bairros tradicionais como o Brooklin, feitas em madeira de lei.

“Basicamente o que faço é espelhar as janelas, substituindo os vidros por espelhos, ou usá-las como suporte para fotos e, em alguns casos, acrescentar caixas para colocar plantas, por exemplo.”

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Outra dica é substituir os vidros por espelhos, ou usá-las como suporte para fotos e, em alguns casos, acrescentar plantas, por exemplo (Fotos: Divulgação)

O jornalista explica que não pinta nem força a criação de um suposto registro ‘antigo’ de tinta. “Busco nela sua história. Normalmente há cinco ou seis camadas de tinta, além de uma extra de poluição, e o bacana é retirar essas deposições do tempo até que a peça se mostre como ela é – com suas imperfeições, sua vivência, as cores que teve, a marca que alguém lá atrás nela fez.”

Passo-a-passo

Normalmente, Bonas começa retirando os vidros e limpando a massa e os preguinhos que os seguram. É um trabalho às vezes chato, mas importante: o local em que os vidros estão encaixados vai ser o berço de espelhos ou fotos e deve estar bem limpo, plano e sem resíduos.
Para essa limpeza, ele usa um alicate de bico arredondado, para os preguinhos, e formão para a massa. Uma chave de fenda larga também serve. É comum alguns vidros se quebrarem, mas não há nada a fazer.

O segundo passo é lixar. A primeira lixada, dependendo da quantidade de tinta sobreposta, pode ser mais rude. Ele usa lixadeira elétrica nessa fase, mas com lixa fina e sem muita pressão. É uma forma de evitar que todas as camadas sejam retiradas. Se a ideia é ter a madeira crua apenas, lixa grossa é o ponto.

Se o uso for externo, ao tempo, é recomendável aplicar verniz náutico transparente, fosco, que normalmente não afeta a coloração da madeira

A lixadeira, que pode ser uma dessas manuais compradas em casas de materiais de construção, só serve para as superfícies planas. Os detalhes e reentrâncias devem ser lixados manualmente. Bonas usa um toquinho de madeira envolvido em lixa para isso.

Em alguns casos, dependendo do efeito que se quer, uma boa ideia é usar os cacos de vidro da própria janela para raspar a tinta. É especialmente bom quando foi usada tinta a óleo muito grossa. Ela sai mais fácil e dá um efeito bom, com falhas, que ficam bonitas. Vale também, para o mesmo efeito, usar um raspador de tinta, que custa menos de R$ 10 em qualquer loja de material de construção.

Lixar é um processo longo e seu limite é o visual que se queira ter. “É um tipo de arqueologia: vá raspando até chegar ao lugar que agrade. No meu caso, gosto de deixar partes de todas as camadas e, claro, da própria madeira”, orienta. Detalhes, como puxadores metálicos, ficam ótimos.

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Quando o processo de lixar e raspar está completo, ele limpa com um pano bem molhado ou, no limite, lava a peça. Depois, deve-se deixar secar bem e, se estiver tudo ok, rever os encaixes, colando com cola de madeira se necessário ou repregando, e acabar com carunchos ou cupins – que, aliás, são muito raros.

Esta opção é um contraponto interessante à tendência que boa parte das pessoas tem de optar por janelas de alumínio ou plástico

Para finalizar, se a peça for ter uso interno, ele usa apenas cera de carnaúba em barra. Ela mantém a coloração da madeira e, ao mesmo tempo, protege contra oxidação. Se o uso for externo, ao tempo, é recomendável aplicar verniz náutico transparente, fosco, que normalmente não afeta a coloração da madeira. O verniz às vezes é necessário – um cliente, por exemplo, pediu a ele uma janela espelhada grande, com vários ganchos para pendurar toalhas e coisas assim, e a instalou na parede ao lado de uma banheira de hidromassagem.

Por fim, coloque os espelhos – ou vidros, caso se queira usar para fotos. Melhor levar a peça a uma vidraçaria e pedir que cortem. Essas peças antigas por vezes são irregulares, e eles sabem como trabalhar com isso. A fixação se dá com micropregos e, por cima, massa de vidraceiro. Deixe secar por dez dias pelo menos antes de colocar a peça na vertical. Outra opção de acabamento é usar uma pequena moldura de madeira. Fica bem melhor que a massa, mas é um custo a mais e, no final, ninguém vai ficar olhando atrás da janela.

Decoração interna ou construção

Além de decoração interna, peças de demolição são incríveis para novas construções nas quais se queira dar um toque campestre. Para um consultório, Bonas recuperou um par de portas-balcão, deixando-as com um jeitão bem original, e o resultado é uma entrada deslumbrante no local – ficou com uma pegada provençal.

Outro cliente construiu uma cozinha caipira externa em sua casa e optou por ampla área envidraçada. O jornalista recuperou para ele cinco janelas dos anos 1950 e duas portas-balcão ainda mais antigas, que ficaram ótimas em conjunto com tijolos aparentes.

Esse uso é um contraponto interessante à tendência que boa parte das pessoas tem de optar por janelas de alumínio ou plástico em suas casas, muitas vezes substituindo as antigas.
Há muito que fazer com material de demolição. No fundo, como em tudo, o limite é a imaginação.

Outras dicas

Bonas recomenda que, quem quiser se aventurar pela brincadeira, pense em investir quatro a cinco dias em cada peça caso tenha muito tempo e energia livres, ou 10 a 15 se trabalhar sem pressão.

Espelho custa caro. Não tem mágica a respeito, exceto se usar material plástico ou similar – mas distorce a imagem e não tem vida útil longa – ou se comprar em fábrica, mas então é preciso ser em boa quantidade e ter instrumentos para cortar vidro. As variam entre R$ 250 e R$ 1.000.

Decoração – transformar um quarto de menino com R$ 500 em 4 horas.

 

O garoto Lucas, de seis anos, apaixonado por futebol e torcedor do Palmeiras, tinha um sonho: deixar o seu quarto com a cara do seu esporte favorito.

Com a ajuda da arquiteta Laurimar Coelho, que também teve a colaboração das arquitetas Adriana Bragotto e Mariana Noguera, o ZAP Imóveis comprou com R$ 500 duas pranchas de MDF brancas – de 1,50 m x 0,30 m e 1,50 m x 0,40 m, três réguas metálicas para mão francesa e seis mãos francesas, buchas e parafusos, duas latinhas de tinta esmalte, sendo uma branca e outra tinta lousa verde, dois rolinhos de espuma, trincha ou pincel, um pufe, bola, um banquinho de metal, além de um adesivo de goleiro.

Antes da transformação, o armário tinha puxadores de quarto de bebê, o que não fazia mais sentido com a decoração para a idade do Lucas

Foi então que começou a transformação. Segundo Laurimar, os móveis não estavam posicionados da melhor forma no ambiente, prejudicando a circulação. Além disso, a cômoda estava repleta de adesivos e com puxadores inadequados para o tema proposto no projeto, o que dava um visual poluído.

assista ao vídeo

 

Fonte Zap Imóveis