Museu Pelé é atração para o mundo todo

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Costarriquenhos, mexicanos e até chineses, que vieram ao Brasil para a Copa do Mundo,  estavam entre os cerca de 400 visitantes do primeiro dia de abertura ao público do Museu Pelé, na segunda-feira (16). Um número além das expectativas, já que o museu funcionou apenas meio período, das 13 às 18h.  O funcionamento normal é de terça a domingo, das 10 às 18h.
O grupo de costarriquenhos era um dos mais animados, ainda no embalo da vitória de sua seleção sobre a do Uruguai. “Vamos ganhar da Itália, da Inglaterra, empatar com o Brasil e deixar para vencer nos pênaltis”, brincou o advogado Gustavo Ocampo, 51 anos, que gostou das “botas” (chuteiras) de Pelé. Do mesmo grupo, a funcionária pública Débora Castilho, 30 anos, achou o museu “muito lindo, pelo que mostra e pela estrutura patrimonial”, e gostou especialmente do “balão” de ouro (a taça).
Vindos de Província de Cantão, na China, Bai Yun, 41 anos, e Mingjie Lu , 34, contavam com a ajuda da amiga Caroline, 21, que estuda português em seu país. Muito simpáticos, eles estão hospedados em São Paulo e passaram a segunda-feira na cidade  para conhecer o estádio do Santos FC e o Museu Pelé.
Torcedores do Brasil na Copa, eles esperavam um museu mais completo, mas assim que souberam que o acervo exposto estará em constante mudança se animaram para uma nova visita nas Olimpíadas de 2016. “Este lugar pode se tornar o melhor ponto de turismo de São Paulo se houver cuidado com a segurança, o transporte e o meio ambiente”, aposta Bai Yn.
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Os mexicanos Rocio Marquez, 56, e Marco Antonio Garcia, 60, são da época da conquista do tricampeonato que consagrou Pelé como rei do futebol, na Copa de 70, e estavam ansiosos com que iam ver. “Gostamos muito, tem o essencial, o principal para uma pessoa. Pelé é um desportista que é exemplo para ninõs e grandes”, disse Garcia. “Agora, com este museu, ele tem uma mensagem importante para a juventude, que é ter ímpeto de progredir”, completou Rocio.
Muitos brasileiros estavam também entre os visitantes. Caso do jornalista paulistano Orlando Margarido, 48. “Não sou exatamente fã de futebol, mas achei o museu muito bacana, com conceito moderno, multimídia. Conseguiram fazer a homenagem a um único indivíduo não se tornar enfadonha, repetitiva. Não me senti cansado”
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